Diversidade Animal

  • Na Terra existe uma grande diversidade de animais.
  • Uns vivem na terra, outros na água e outros na terra e no ar. Assim, agrupam-se consoante as suas caraterísticas, por classes.
  • Existe várias classes de animais: mamíferos, répteis, aves, peixes e anfíbios,etc.

Grupo dos mamíferos 

Os mamíferos dividem-se em três grandes grupos em relação à reprodução, embora todos apresentem sexos separados, a fecundação seja interna e as crias sejam alimentadas com leite secretado pelas glândulas mamárias da fêmea:

  1. Monotremados – Neste grupo incluem-se o ornitorrinco e o equidna, animais que põem ovos semelhantes aos dos répteis, donde nasce um minúsculo embrião que se desloca para uma bolsa, onde termina o seu desenvolvimento lambendo leite produzido pela mãe, pois não existem mamilos (ao contrário dos restantes dois grupos);
  2. Marsupiais – Neste grupo, onde se incluem os cangurus, entre outros, não existe placenta para nutrir o embrião durante o seu desenvolvimento no útero. Assim, ao nascer, os marsupiais não se encontram totalmente desenvolvidos. As fêmeas possuem um sistema reprodutor duplo, com dois úteros e duas vaginas laterais.
  3. As crias nascem através de um canal de nascimento central independente, que se forma antes de cada parto, podendo ou não permanecer aberto. Por esse motivo, em algumas espécies o pênis do macho é bifurcado.

  4.  A maioria das espécies termina o seu desenvolvimento no interior de uma bolsa externa no corpo da fêmea – marsúpio.

  5. Em muitas espécies as fêmeas acasalam novamente durante a gravidez, mas o embrião apenas se desenvolverá após a cria antecedente abandonar o marsúpio – diapausa embrionária;

  6. Placentários – este é o maior grupo de mamíferos, dominando totalmente a classe e os habitats terrestres atuais. Os ovos amnióticos são geralmente minúsculos e retidos no útero da fêmea para o desenvolvimento, com a ajuda de uma placenta que fornece fixação e nutrientes (oxigénio e alimentos).  Em sentido contrário passam as excreções do embrião. Ao nascer, os placentários encontram-se num estado de desenvolvimento superior ao dos marsupiais.

  7. Este sistema reprodutivo, embora comprometa a produção de um menor número de descendentes, permite um enorme acontecimento, pois aumenta grandemente as possibilidades de sobrevivência dos descendentes. 

    O leite concebido pelas fêmeas de mamífero é muito rico em gorduras e proteínas, o que o torna altamente nutritivo, mas fornece igualmente anticorpos que ajudam o juvenil a desenvolver-se saudável. Dado que os jovens não necessitam de procurar o seu próprio alimento nas primeiras semanas, permite um início de vida mais seguro que nos outros grupos de vertebrados.

    As ninhadas podem ter até 20 crias ou apenas uma, com períodos de gestação de apenas 12 dias (bandicute, um tipo de marsupial omnívoro) até 22 meses (elefante africano).

    Os machos apresentam órgão copulador (pênis) e os testículos estão geralmente num escroto externo ao abdômen.

    Os mamíferos comunicam ativamente entre si, seja por meio de odores produzidos pelas glândulas odoríferas (localizadas na face, patas ou virilhas), urina ou fezes, ou por posições do corpo, expressões faciais, tacto e ruído, que podem formar mensagens complexas. 

    A socialização tem início logo após o nascimento através de sinais entre progenitores e crias, continuando na juventude com a interação entre crias (brincadeiras). Algumas espécies apenas interagem para acasalar, mas a grande maioria forma grupos, permanentes ou  temporários.

    A unidade social tem várias vantagens, nomeadamente a segurança e facilidade de obtenção de alimento, mas existem outros aspectos importantes. Geralmente a gestão do espaço implica que o grupo, o casal ou o indivíduo defenda o seu território de intrusos da mesma espécie e do mesmo sexo.

    Algumas espécies, como as focas ou os elefantes, os sexos vivem separados a maior parte do ano, vivendo os machos isolados ou em pequenos grupos de solteiros. Nesse caso, a concorrência para acasalar é feroz, sendo os machos melhor sucedidos os maiores, mais fortes e melhor equipados (hastes, chifres ou presas).

    Outras espécies, como as zebras, formam pequenos haréns com um único macho, sendo os restantes expulsos para grupos de solteiros, a não ser que vençam o macho dominante em combate, roubando-lhe as fêmeas.

    O tipo de grupo social mais complexo é formado por vários machos e várias fêmeas, e, quase sem exceção, é reservado a primatas e carnívoros sociais. Nos primatas forma-se geralmente uma hierarquia em permanente mudança, sendo os machos de posição mais elevada os primeiros a acasalar. Nos leões, os machos (geralmente irmãos) colaboram na defesa das fêmeas, não competindo pelo acasalamento. Nos lobos e mabecos, as alcateias ou matilhas são criadas por um casal alfa, o único que acasala e pelos filhos de anos anteriores, que em vez de formarem novas quadrilhas permanecem e auxiliam a criar os irmãos mais novos.

 

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Grupo dos répteis

  1. O  primeiro grupo de animais considerado o conquistador da terra firme são: os répteis. Eles apresentam todas as estruturas necessárias para sobreviver nesse hábitat.
  2. Os répteis, agora, não precisam retornar à água para se reproduzirem. O grupo apresenta ainda outra caraterística marcante: a pele queratinizada, isto é, epiderme cujas células superficiais são ricas em queratina. O animal, portanto, protege-se contra a desidratação, reforçada também pela postura de ovos com casca.
  3. Os répteis são animais, em sua maioria, carnívoros, alimentando-se de insetos a animais de médio porte médio, como capivaras. Alguns répteis ainda podem ser onívoros, isto é, alimentam-se tanto de animais quanto de vegetais.

 

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Classificação dos Répteis

  • Quelônios
  • Escamados
  • Crocodilianos
  • Rinocéfalo
  • Quelônios

 

 

Grupo das aves

  1. Animais cobertos de penas, bípedes, possuem bico para alimentar-se e para sua defesa.
  2. Nem todas as aves possuem a habilidade do voo.

 

 

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Grupo dos peixes

  1. Os peixes fazem parte dos primeiros cordados, isto é, animais que durante o desenvolvimento embrionário apresentam notocorda. Notocorda é a primeira estrutura de sustentação do corpo e, em alguns grupos animais, ela origina a coluna vertebral.
  2. Eles são animais etotérmicos, isto é, não mantêm a temperatura corporal constante.Ainda podem ser chamados de animais de “sangue frio”, pois é o meio ambiente que determina a temperatura corporal.Seu sistema nervoso é bastante desenvolvido se comparada ao dos invertebrados.
  3. O sistema respiratório, por sua vez, é formado por brânquias, que captam o gás oxigénio presente na água e o enviam ao sistema circulatório.

 

 

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Grupo dos anfíbios

  1. Os anfíbios são tetrápodes, ou seja, apresentam quatro patas.Embora vivam boa parte da vida na terra, retornam à água para se reproduzirem, pois, durante a reprodução, as fêmeas  colocam os ovos no ambiente aquático e os machos os fertilizam na água, o que caracteriza a fecundação externa.Por essa razão, o ambiente terrestre não foi dominado totalmente pelos anfíbios.São animais pecilotérmicos (mudam a temperatura d acordo com a temperatura ambiente).
  2. O desenvolvimento é indireto. Em sua fase larval, sapo é chamado de girino, que vive exclusivamente no ambiente aquático. Perceba que, durante seu desenvolvimento, ocorre uma metamorfose completa, ou seja, há uma modificação total em relação à fase larval.
  3. O número de anfíbios existentes equivale a, aproximadamente, 4 mil espécies, que, por sua vez, dividem-se em três grupos: Anura,Urodela e Apoda.

 

 

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Grupo dos animais nocivos 

  1. São aqueles que nos prejudicam a saúde e transmitem doenças.

 

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Jumento caminha até cadela deficiente solitária e faz algo milagroso

Ninguém queria brincar com esta cadela deficiente, até que um jumento amigável mudou a vida dela. Isso é tão fofo!
Apesar de terem uma conduta frequentemente amigável, alguns cães simplesmente têm dificuldades em fazer novos amigos. Pode ser especialmente difícil àqueles que lidam com deficiências físicas que os impedem de acompanhar o ritmo de suas contrapartes saudáveis.
Para a cadela Kolima, que sofre da síndrome de wobbly, interagir com os outros filhotes de sua ninhada, no abrigo, era quase impossível. Ela sentia dores constantes e nenhum dos outros cães queria brincar com ela. Para a sorte de Kolina, ela encontrou um amigo em um lugar improvável!

https://www.facebook.com/felicecaputo/videos/10154594765780961/

SOS

http://patinhasunidas.com/ha-cerca-de-uma-semana-atras-parei-perto-da-estacao-de-metro-da-varziela-na-areia-onde-varias-pessoas-tentavam-evitar-que-um-cao-que-andava-no-meio-da-estrada-fosse-atropelado-ou-se-magoasse/

“Há cerca de uma semana atrás parei perto da estação de metro da Varziela na Areia onde várias pessoas tentavam evitar que um cão que andava no meio da estrada fosse atropelado ou se magoasse.”

  • O meu primeiro impulso foi sair do carro e perguntar o que se passava: ninguém sabia a quem pertencia, ou se pertencia a alguém, mas era uma cadela de tal forma mal-tratada e desidratada que cambaleava no meio da estrada, sem qq sentido de orientação, mal se aguentando em pé.

    Partiu-me o coração 🙁

    Levei-a de urgência para o centro veterinário da Areia e responsabilizei-me por ela. Foi desparasitada, deram-lhe banho, e tosquiaram-na. Está a ser medicada, acompanhada, mas infelizmente, devido a uma idade já avançada, e a existência de um tumor mamário, não terá muitos anos de vida pela frente, mas gostaria que ela tivesse um resto de vida tranquilo e com a qualidade de vida que qualquer ser vivo merece.

  • Não tenho condições para ficar com ela, por isso, PARTILHEM, por favor, para conseguirmos encontrar um lar para esta menina. Mil obrigadas!!!
  • Contacto: https://www.facebook.com/isabel.lopes1

 

Animais de Quinta – Cavalos

Cavalos, burros, porcos, ovelhas, bois, patos ou gansos, são diversos os animais considerados animais de quinta, embora alguns possam também ser considerados animais de estimação, sendo o cavalo talvez o exemplo mais evidente pela proximidade de milhares de anos que leva com o ser humano.

Os animais de quinta têm necessidades de manutenção especiais e consideravelmente mais dispendiosas que outros animais, pois necessitam de um espaço muito mais amplo, proteção/cercas, maior abundância de alimento e geralmente precisam de viver em grupo.

 

 

A Origem e Evolução do Cavalo

 

 

Os ancestrais dos cavalos

  • Hyracotherium

  1. O  primeiro equídeo de que há registo foi classificado pelo nome de Hyracotherium. Era um pequeno animal de floresta nos primórdios do Eoceno, há cerca de 55 milhões de anos atrás.
  2. Este pequeno ancestral do cavalo moderno, que não media mais de 30 centímetros ao garrote, era muito diferente em aparência dos cavalos que vemos hoje em dia. Era na verdade um pouco parecido com um cão: dorso arqueado, pescoço curto, pernas curtas e uma longa cauda.
  3. A sua alimentação baseava-se em frutas e folhagem de árvores. Graças à sua morfologia, este pequeno animal tinha tanta facilidade em saltar como um veado, sendo apenas mais lento e um pouco menos ágil.
  4. Este pequeno equídeo foi em tempos conhecido pelo nome de Eohippus, que significa “cavalo do amanhecer”.

 

Hyracotherium tinha algumas caraterísticas que devem ser referidas:

  • Sendo um animal de floresta e de pântano, possuía quatro dedos em cada membro anterior e três em cada membro posterior. Aquilo que é atualmente o casco era uma das unhas, estando ainda presente em alguns cavalos a segunda unha vestigial;
  • A forma como o Hyracotherium apoiava as patas era semelhante à dos cães, exceptuando o facto de ter pequeninos “cascos” em cada dedo, em vez de ter garras;
  • Cérebro pequeno, com lobos frontais especialmente pequenos;
  • Baixa inserção dos dentes, sendo a dentição composta por três incisivos, um canino, quatro pré-molares distintos e três molares “moedores” em cada lado de cada mandíbula (esta é a constituição dentária dos mamíferos mais primitivos). As cúspides dos molares foram ligeiramente unidas em cristas baixas, dentição típica de um animal omnívoro.
  • Hyracotherium, apesar de ser bastante primitivo, foi um animal que se adaptou perfeitamente ao meio onde habitava. Aliás, ao longo da maior parte do Eoceno, esta espécie sofreu poucas alterações. O corpo e membros mantiveram-se praticamente inalterados, apenas com ligeiras diferenças nos dedos. A maior alteração deu-se ao nível da dentição. À medida que os equídeos começavam a comer mais plantas e menos fruta, começaram a desenvolver mais dentes de moer, para melhor lidar com o novo tipo de alimentação.

 

  • Orohippus

  1. Orohippus era em tudo semelhante ao Hyracotherium, costas arqueadas, pescoço curto, “patas de cão”, focinho curto, etc.
  2. A alteração mais significativa verificou-se nos dentes. O forma do ultimo pré-molar alterou-se, dando ao animal mais um “dente moedor”. A juntar a isto, as cristas nos dentes eram mais pronunciadas, indicando que o Orohippus estava a comer alimento mais rijo.

 

  • Epihippus

  1. Epihippus surgiu do Orohippus. Tal como os seus antecessores, possuía ainda bastantes semelhanças com um cão. Cérebro pequeno, quatro dedos nos anteriores e três nos posteriores, patas com almofadas plantares. No entanto a forma dentária continuava a evoluir. Nesta altura os dois últimos pré-molares tornavam-se semelhantes aos molares, proporcionando ao animal cinco “dentes moedores”.
  2. Este animal era basicamente um Epihippus com uma dentição semelhante ao mesmo, apenas um pouco mais primitivo do que o posterior cavalo do Oligoceno.

 

  • Mesohippus

  1. A espécie Mesohippus celer surgiu “repentinamente” no ultimo período do Eoceno. Este animal era ligeiramente mais largo e mais alto que o Epihippus, medindo cerca de 50 centímetros ao garrote. Já não era tão semelhante a um cão. Tinha o dorso menos arqueado, os membros mais compridos, o pescoço mais longo e mais fino, o chanfro estava também mais largo e mais comprido.
  2.  Mesohippus tinha três dedos nos seus posteriores e nos anteriores o que era o quarto dedo estava agora reduzido a uma unha vestigial que com o passar do tempo acabaria por desaparecer.
  3. Hemisférios cerebrais notoriamente mais largos;
  4. Os últimos três pré-molares eram semelhantes aos molares, proporcionando ao Mesohippus um conjunto de seis “dentes de moer” semelhantes, com apenas um pré-molar na frente;
  5. em as mesmas cristas de dente que o Epihippus, bem-formadas e agudas, mais próprias para moer a vegetação mais resistente.

 

  • Miohippus

  1. Pouco depois do aparecimento do Mesohippus celer e do seu parente próximo Mesohippus westoni, surgiu um animal semelhante, o Miohippus assiniboiensis.
  2. Esta transição ocorreu algo “repentinamente”, mas felizmente foram encontrados alguns fósseis de transição que permitiram relacionar os dois géneros. Um Miohippusera notoriamente mais largo do que o típico Mesohippus, possuindo também um crânio ligeiramente mais longo.
  3. Miohippus começou também a apresentar uma crista nos seus dentes superiores. Esta crista tornou-se uma característica nas mais recentes espécies equinas.

 

  • Kalobatippus

  1. Este género não é dos mais conhecidos, mas o seu tipo de dentição parece ser um meio termo entre o Miohippus e o posterior Parahippus.

 

  • Parahippus

  1. Surgiu no inicio do Mioceno. O típico Parahippus era um pouco mais largo que o Miohippus, mas mantendo uma forma corporal semelhante e um tamanho de crânio igual.
  2. Parahippus ainda mantinha os seus três dígitos, mas estava a começar a desenvolver os ligamentos elásticos que seriam de grande utilidade quando fosse um animal com apenas um digito.
  3. Parahippus mostrou modificações graduais nos seus dentes, inclusive o estabelecimento permanente da crista extra que foi tão variável no Miohippus.
  4. Parahippus evoluiu rapidamente até se tornar um cavalo rápido e ágil, ao qual foi dado o nome de Merychippus gunteri.
  5. Os fósseis encontrados de Parahippus (Parahippus leonensis) que foram encontrados, são na verdade tão semelhantes ao Merychippus que se torna difícil traçar uma linha entre os dois géneros.

 

  • Merychippus

  1. Um Merychippus media aproximadamente cerca de 80 centímetros, o maior cavalo daquela altura.
  2. O chanfro alongou mais um pouco, o maxilar tornou-se mais profundo, os olhos do cavalo “moveram-se” um pouco mais para trás, para dar espaço ás grandes raízes dos dentes, o cérebro aumentou de tamanho, tendo um neocortex fissurado e um maior cerebelo, o que fazia do Merychippus um cavalo mais inteligente e mais ágil do que os restantes.
  3. Meryhippus possuía ainda três falanges, no entanto o peso de cada membro já assentava unicamente sobre um casco, que mantinha o seu movimento através de uma rede de ligamentos bastante elásticos e resistentes.
  4. O rádio e o cúbito do antebraço fundiram-se, eliminando assim a rotação do membro. Do mesmo modo a fíbula sofreu uma diminuição no seu tamanho.
  5. Todas estas mudanças ocorreram para que o cavalo em corrida conseguisse ter mais velocidade e agilidade de movimentos, mesmo em terrenos difíceis.

 

  • Pliohippus

  1. Surgiu a meio do periodo Miocénico como um animal ainda com três unhas. A perda gradual das unhas é visto no Pliohippus através de três diferentes épocas do Mioceno.
  2. Pliohippus era bastante semelhante ao posterior Equus, o que fez com que até recentemente se pensasse que seria o seu antecessor directo. Duas diferenças significativas esclareceram este ponto.
  3. Pliohippus tinha uma fossa nasal bastante funda, enquanto que a do Equus não era tão funda. Além disso, os dentes do Pliohippus eram bastante mais curvados do que os do Equus.

 

  • Astrohippus

  1. Astrohippus foi um dos descendentes do Pliohippus, outro cavalo que tinha apenas uma unha (casco). Este animal possuía também uma fossa nasal bastante pronunciada.

 

  • Dinohippus

  1. O antecessor directo do Dinohippus ainda não é conhecido. As espécies mais recentemente conhecidas são o D. spectansD. interpolatus, e D. leidyanus. Estes já tinham diversas parecenças com a espécie Equus, no que toca á anatomia do casco, dentes e forma do crânio. Os dentes eram ligeiramente mais estreitos do que no Merychippus, e as fossas nasais diminuíram significativamente.
  2. Uma espécie que surgiu um pouco mais tarde foi chamada de D. mexicanus. Esta espécie tinha os dentes ainda mais estreitos e fossas nasais menores.
  3. Dinohippus era o tipo de cavalo mais comum na América do Norte, e acredita-se que tenha dado origem ao Equus (relembremos que o Equus tinha os dentes muito estreitos, direitos e quase não tinha fossas nasais).

 

  • Equus

  1. O primeiro Equus media entre 90 centímetros a um metro mas já possuía um corpo de cavalo.
  2. Coluna rígida, pescoço longo, pernas compridas, alguns ossos dos membros fundidos e sem nenhuma rotação, chanfro comprido, curvilhões baixos. O cérebro era um pouco mais baixo do que no Dinohippus.
  3. Tal como o Dinohippus, o Equus era (e é) um animal com uma única unha (casco), possuindo ligamentos elásticos que impedem que o casco torça ou saia do sitio.
  4. Os exemplares do género Equus possuem ainda o código genético que faz com que continuem a surgir unhas vestigiais. Por vez acontece um poldro nascer com unhas completamente formadas, mas de tamanho diminuto.
  5. As mais recentes espécies de Equus conhecidas formavam um grupo de três, conhecido como Equus simplicidens.
  6. Estes tinham ainda algumas características primitivas do Dinohippus, tais como uma ligeira fossa nasal. Tinham também listras de zebra e um crânio de burro. Tinham provavelmente crinas duras e erectas, uma cauda com pouco pêlo, membros listrados e alguma perda de pêlo no corpo.
  7. Comparemos o Equus ao Hyracotherium e podemos concluir que nunca poderiam ser considerados do mesmo tipo,pois as diferenças entre ambos sugerem uma evolução a longa escala.

 

  • Equinos Modernos

  1. Gradualmente foram desaparecendo os cavalos com três unhas. A maioria dos cavalos com uma unha, que habitavam na América do Norte acabaram também por desaparecer à medida que tinha lugar uma era glaciar.
  2. No entanto, os exemplares do género Equus conseguíram resistir até cerca de um milhão de anos atrás. O género Equus estava presente por todo o território de África, Ásia, Europa, América do Norte e América do Sul.
  3. Os únicos exemplares do género Equus (e de toda a família Equidae) que sobreviveram:
  • Equus burchelli – A zebra africana, inclui as sub-espécies zebra de Grant, zebra de Burchel’s e a zebra de Chapman’s, o Quagga, etc. Este tipo de zebra é o que se considera a “típica zebra”, com listras verticais largas e listras horizontais no dorso.
  • Equus zebra – A zebra sul-africana. Uma espécie mais pequena e com um padrão diferente da anterior.
  • Equus grevyi – A maior espécie de zebra, com listras muito estreitas e enormes orelhas.
  • Equus ferus caballus – O verdadeiro cavalo, que por sua vez deu origem a muitas outras subespécies.
  • Equus ferus przewalskii – O cavalo de Przewalski, uma subespécie selvagem e rara de cavalo.
  • Equus hemionus – Espécies adaptadas ao deserto, incluindo “onagros”, Equus kiang.
  • Equus asinus – Burros, localizados na África do Norte.

 

http://www.clinicadoalmargem.pt/uploads/6/5/4/1/6541571/perspectiva_digital.pdf

http://www.clinicadoalmargem.pt/uploads/6/5/4/1/6541571/evolucao_cavalo_-_perpectiva_dentria.pdf

http://www.cavalo-lusitano.com/pt/cavalo-lusitano/historia-do-cavalo-lusitano

 

 

 

 

 

Animais Desaparecidos

Cão Desaparecido

  • Pako, Cão Golden Retriever
  • Rua da Boavista – Ameal, Ramalhal (Torres Vedras)
  • 10 de Julho de 2017, às 10:00
  • Adulto
  • Porte: Grande
  • Macho
  • Cores: branco
  • Microchip: Sim
  • Esterilizado: Não
  • Contacto da página https://www.encontra-me.org/anuncio/75260

 

 

 

 

Gato Desaparecido

  • Enzo, Gato Abissínio
  • Rua da Barranha, Vilar (Vila do Conde)
  • 10 de Julho de 2017
  • Jovem
  • Macho
  • Cores: Amarelo e Laranja
  • Microchip: Não
  • Esterilizado: Não
  • Contacto da página: https://www.encontra-me.org/anuncio/75258

 

 

 

Cadela Desaparecida

  • Mika, Cadela Arraçada de Pastor Belga Malinois
  • Avenida Duque de Loulé, Lisboa
  • 12 de Julho de 2017, às 16:00
  • Jovem
  • Porte: Médio
  • Fêmea
  • Cores: Castanho e Preto
  • Microchip: Não
  • Esterilizada: Não
  • Contacto da página: https://www.encontra-me.org/anuncio/75253

 

 

 

Gata Desaparecida

  • Mia, Gata Arraçada de Persa
  • Rua do Soldadico, Aveiras de Cima (Azambuja)
  • 12 de Julho de 2017, às 07:00
  • Adulto
  • Fêmea
  • Cores: Branca
  • Microchip: Não
  • Esterilizada: Sim
  • Contacto da página: https://www.encontra-me.org/anuncio/75252

 

 

 

Cão Desaparecido

  • Max, Cão Arraçado de Labrador
  • Rua Paulo da Gama, Rio Tinto (Gondomar)
  • 5 de Julho de 2017, às 23:35
  • Jovem
  • Porte: Médio
  • Macho
  • Cores: Bege
  • Microchip: Não
  • Esterilizado: Sim
  • Contacto da página: https://www.encontra-me.org/anuncio/75251

 

 

 

Gato Desaparecido

  • Avelan, Gato Sem Raça Definida
  • Estrada Principal, Fátima (Ourém)
  • 30 de Junho de 2017, às 14:30
  • Jovem
  • Macho
  • Cores: Cinzento
  • Microchip: Não
  • Esterilizado: Sim
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Animal Desaparecido

  • Kika, Caturra
  • Rua D. Afonso Henriques, Pedrouços (Maia)
  • 27 de Março de 2017
  • Adulto
  • Macho
  • Cores: Cinzento, branco e amarelo
  • Microchip: Não
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Cão Desaparecido

  • Picu, Cão Pinscher Miniatura
  • Vales de Pêra, Pêra (Silves)
  • 12 de Julho de 2017
  • Adulto
  • Porte: Mini
  • Cores: Castanho e preto
  • Macho
  • Microchip: Sim
  • Esterilizado: Não
  • Contacto da página: https://www.encontra-me.org/anuncio/75245

 

 

 

Cadela Desaparecida

  • Indy, Cadela Arraçada de Labrador
  • Gemeses (Esposende)
  • 8 de Julho de 2017, às 10:00
  • Adulto
  • Porte: Grande
  • Fêmea
  • Cores: Bege e branco
  • Microchip: Não sabe
  • Esterilizada: Não
  • Contacto da página: https://www.encontra-me.org/anuncio/75236

 

 

Cão Desaparecido

  • Rex, Cão Arraçado de Pastor Alemão
  • Gemeses (Esposende)
  • 8 de Julho de 2017, às 10:00
  • Adulto
  • Porte: Grande
  • Macho
  • Cores: Preto e dourado
  • Microchip: Não sabe
  • Esterilizado: Não
  • Contacto da página: https://www.encontra-me.org/anuncio/75235

 

 

 

Gata Desaparecida

  • Carlota, Gata Sem Raça Definida
  • Travessa dos Alegres, Aroeira (Almada)
  • 9 de Julho de 2017, às 12:00
  • Adulto
  • Fêmea
  • Cores: Branco e preto
  • Microchip: Não
  • Esterilizada: Sim
  • Contacto da página: https://www.encontra-me.org/anuncio/75234

 

 

 

Animal Desaparecido

  • Ronco, Porco Anão
  • Rua D. João de Castro – Miramar, Arcozelo (Vila Nova de Gaia)
  • 12 de Julho de 2017, às 07:00
  • Bebé
  • Macho
  • Cores: Bege e cinzento
  • Contacto da página: https://www.encontra-me.org/anuncio/75215

 

 

 

Cadela Desaparecida

  • Nikita, Cadela Sem Raça Definida
  • Rua Pádua Correia, Valadares (Vila Nova de Gaia)
  • 11 de Julho de 2017, às 15:15
  • Jovem
  • Porte: Pequeno
  • Fêmea
  • Cores: Laranja e branco
  • Contacto da página: https://www.encontra-me.org/anuncio/75226

 

 

 

Gato Desaparecido

  • Matt, Gato Sem Raça Definida
  • Travessa do Rio – Areosa, Porto
  • 9 de Julho de 2017, às 09:00
  • Adulto
  • Macho
  • Cores: Preto e branco
  • Contacto da página: https://www.encontra-me.org/anuncio/75141

 

 

Gato Desaparecido

  • Marreta, Gato Sem Raça Definida
  • Zona Industrial – Ramalde, Porto
  • 9 de Julho de 2017, às 08:00
  • Adulto
  • Macho
  • Cores: Castanho, preto e branco
  • Contacto da página: https://www.encontra-me.org/anuncio/75216

 

 

 

Gato Desaparecido

  • Micky, Gato Sem Raça Definida
  • Rua do Canto, São Mamede de Infesta (Matosinhos)
  • 9 de Julho de 2017, às 19:00
  • Jovem
  • Macho
  • Cores: Branco e dourado
  • Contacto da página: https://www.encontra-me.org/anuncio/75227

 

 

Gata Desaparecida

  • Pata Amarela, Gata Sem Raça Definida
  • Praceta Júlio Duarte, Vila Nova de Gaia
  • 9 de Julho de 2017, às 19:20
  • Adulto
  • Fêmea
  • Cores: Preto e dourado
  • Contacto da página: https://www.encontra-me.org/anuncio/75232

 

Cadela Desaparecida

  • Kitty, Cadela Yorkshire Terrier
  • Rua do Monte, Gulpilhares (Vila Nova de Gaia)
  • 9 de Julho de 2017, às 09:30
  • Jovem
  • Porte: Médio
  • Fêmea
  • Cores: Cinzento e bege
  • N.º de Microchip: ***********7727
  • Esterilizada: Sim
  • Contacto da página: https://www.encontra-me.org/anuncio/75261

 

 

Cadela Desaparecida

  • Cadela Arraçada de Pinscher Miniatura
  • São Pedro da Cova (Gondomar)
  • 7 de Julho de 2017, às 16:00
  • Sénior
  • Porte: Mini
  • Fêmea
  • Cores: Preto e bege
  • Microchip: Não
  • Esterilizada: Não
  • Contacto da página: https://www.encontra-me.org/anuncio/75015

 

 

 

Cadela Desaparecida

  • Natacha, Cadela Sem Raça Definida
  • Rua das Giestas, Várzea de Sintra (Sintra)
  • 13 de Julho de 2017, às 12:30
  • Jovem
  • Porte: Médio
  • Fêmea
  • Cores: Dourado e branco
  • Contacto da página: https://www.encontra-me.org/anuncio/75269

 

 

 

Cão Desaparecido

 

 

 

 

Cão Desaparecido

  • Cão Arraçado de Podengo
  • Rua Bento Ferreira Torrão, Carnaxide (Oeiras)
  • 13 de Julho de 2017, às 17:00
  • Jovem
  • Porte: Médio
  • Macho
  • Cores: Dourado e branco
  • Contacto da página: https://www.encontra-me.org/anuncio/75279

 

 

 

 

Cão Desaparecido

  • Tobias, Cão Retriever do Labrador
  • Rua Vale Grande, Salreu (Estarreja)
  • 17 de Julho de 2017, às 13:30
  • Adulto
  • Porte: Grande
  • Macho
  • Cores: Castanho
  • Contacto da página: https://www.encontra-me.org/anuncio/75422

 

 

Gata Desaparecida

 

Cão Desaparecido

  • Aleck, Cão Arraçado de Hushy
  • Rua do Barral – Nogueira, Braga
  • 16 de Julho de 2017, às 02:00
  • Adulto
  • Porte: Médio
  • Macho
  • Cores: Cinzento, branco e preto
  • Contacto da página: https://www.encontra-me.org/anuncio/75392

 

Gato Desaparecido

 

 

Gata Desaparecida

  • Mia, Gata Sem Raça Definida
  • Travessa das Silvas, Mafra
  • 23 de Julho de 2017, às 17:00
  • Adulto
  • Fêmea
  • Cores: Preto e dourado
  • Contacto da página: https://www.encontra-me.org/anuncio/75714

 

Animal Desaparecido

 

Cadela Desaparecida

  • Rita, Cadela Sem Raça Definida
  • Milagres (Leiria)
  • 22 de Julho de 2017, às 01:00
  • Sénior
  • Porte: Grande
  • Fêmea
  • Cores: Preto e branco
  • Contacto da página: https://www.encontra-me.org/anuncio/75681

 

 

Animais perdidos na zona do Porto

https://www.facebook.com/animaisperdidosporto/

 

Animais perdidos na zona de Aveiro

https://www.facebook.com/animaisperdidosencontradosaveiro/

 

Animais perdidos na zona de Beja

https://pt-pt.facebook.com/Cantinho-dos-Animais-de-Beja-195403327167830/

 

 

 

 

 

Husky Siberiano

O Husky siberiano é uma das raças de cães mais reconhecidas em todo o mundo, o que não significa necessariamente que seja adequada para qualquer espaço ou que se adapte a qualquer clima, pelo contrário.

Decerto que já conhece esta raça, contudo, mesmo assim, existem particularidades importantes sobre este cão que deve saber, especialmente se estiver a ponderar comprar um Husky siberiano ou se já tiver mesmo um lá em casa.

 

Origem da raça

  • A origem do Husky siberiano remonta à península oriental da Sibéria, na Rússia, onde estes cães eram usados pela tribo Chukchi não só para para puxar os trenós e guiar as renas, mas também como cães de guarda.
  • Esta raça era ideal para o clima adverso e frio, caraterístico da Sibéria. Na prática, era um cão ousado, capaz de se integrar facilmente em pequenas matilhas e, acima de tudo, trabalhador, sendo capaz de trabalhar durante várias horas seguidas.
  • Embora nativo da Sibéria, o Husky foi levado para o Alasca por comerciantes de pele, para a realização de corridas no Ártico, devido à sua grande velocidade, o que deu início assim a um maior reconhecimento da raça.
  • Para este reconhecimento, contribuiu também a utilização do Husky siberiano, quando houve uma epidemia de difteria em Nome, no Alasca, em 1925; a sua participação em várias expedições na Antártida, bem como o seu papel durante a Segunda Guerra Mundial, onde apoiava uma unidade de resgate e salvamento do exército.
  • As suas capacidades, quer em termos de trabalho, quer em termos de velocidade, fomentaram a sua expansão para diversos países, cujos climas frios representavam o ambiente perfeito para eles.

 

Temperamento

  • Devido à sua natureza, o Husky siberiano necessita de um dono que se imponha e mostre que é o seu líder.
  • Quando isso acontece, você poderá treinar muito mais facilmente o cão, uma vez que ele terá outro respeito por si, embora possa o testar de vez em quando, numa disputa pelo controle. Deverá reafirmar o seu lugar como líder, de uma forma clara e consistente, para que o cão entenda qual é o seu lugar.
  • Curiosamente, fazer o seu cão esperar, por exemplo, por comida, é uma ótima forma de mostrar o seu lugar como líder (mas sem exagerar, naturalmente). Isto faz com que o Husky veja que você é a fonte dos alimentos, bem como de outras coisas, e o reconheça como o seu líder.
  • O Husky siberiano, quando não recebe a devida atenção ou se sente aborrecido por não fazer o exercício que necessita, pode danificar um pouco os itens que encontrar no seu espaço de ação.
  • Eles podem fazer covas de uma forma habitual no quintal ou no jardim. Algumas pessoas, perante a insistência dos seus cães, optam por treinar os mesmos a cavar num único local, em detrimento de tentar dissuadir os mesmos de o fazer por completo.
  • Por outro lado, esta raça de cães pode ser bastante sedutora para os seus respetivos donos, devido à sua natureza brincalhona. Além do mais, são também bastante sociais e gostam de se mostrar isso às pessoas.
  • Estes cães não têm o hábito de ladrar, porém, gostam de uivar, o que pode ser frustrante tanto para si, como para os seus vizinhos, quando tentam dormir.
  • Quanto à sua relação com crianças, o Husky normalmente tem uma boa relação com as mesmas. Contudo, mesmo assim, é importante que, se tiver filhos pequenos, os ensine a abordar o cão adequadamente e também quando não o fazer, especialmente quando este estiver a comer.
  • O Husky também se dá bastante bem com outros cães, especialmente se for apresentado aos mesmos desde novo. Ele tem, todavia, um instinto natural por caça, por isso, pode não ser recomendável ter animais pequenos em casa, como coelhos ou gatos.

 

Caraterísticas físicas

  • o Husky siberiano é um cão forte e compacto. A cabeça média é proporcional ao corpo. A cor do nariz, normalmente, está dependente da cor do seu pelo, podendo ser cinzento, preto ou mesmo com tonalidade rosa em cães puros brancos.
  • Os olhos são ovais e de tamanho médio e, novamente, podem ter cores diferentes, azuis ou conjugando o azul com o castanho. As orelhas são firmes, eretas, em forma triangular. A cauda é ligeiramente curvada, no sentido do seu dorso.
  •  As patas são peludas para lhes ajudar a permanecerem quentes em climas adversos. O revestimento de pelos com duas camadas é espesso, de tamanho médio e permite aos cães desta raça suportar temperaturas negativas.
  • As cores podem ir desde o preto até ao branco puro, com ou sem marcas na cabeça. As conjugações de cores podem ser distintas, como o preto e o branco, vermelho e branco, castanho, cinzento ou branco, cinza, todo branco, entre outras.
  • A resistência e o peso relativamente leve é apanágio do Husky siberiano. Mas, mesmo assim, nesta raça, existem ligeiras diferenças entre géneros, quer relativas à altura, quer ao peso, como poderá ver de seguida.
  • No que diz respeito à sua altura, as diferenças não são muito expressivas. Assim, o Husky siberiano macho tem um altura que se situa entre os 53 a 60 centímetros, enquanto a fêmea não atinge essa altura máxima, ficando entre os 51 a 56 centímetros.
  •  Em termos de peso, a fêmea pesa entre os 16 a 22½ quilos, ao passo que o macho tem normalmente um peso que se situa entre os 20 a 27 quilos, ou seja, o macho é significativamente mais pesado do que a feminina.

 

Saúde

  • Se o Husky for bem cuidado e estiver num clima e ambiente propício para esta raça, ele é um cão bastante saudável. Contudo, como acontece com outras raças de cães está suscetível a padecer de potenciais problemas de saúde.
  • Existem alguns problemas que podem ser recorrentes nesta raça, tais como:
  1. Atrofia progressiva da retina
  2. Cataratas
  3. Dermatite
  4. Displasia da anca
  5. Distrofia corneana
  • Antes de comprar um cão desta raça, deve estar ao corrente do historial médico dos pais do cão que pretende adquirir, de forma a despistar de antemão qualquer potencial problema de saúde.
  • Nem todos os cães desta raça terão um ou mais problemas de saúde, contudo é importante que o dono, esteja sempre atento a potenciais problemas e visitar o veterinário sempre que for necessário, para otimizar a saúde do seu Husky.
  • O Husky siberiano, como tem um revestimento de pelos pesado, prefere climas mais frescos, pelo que sente algumas dificuldades em climas quentes.
  • Em épocas de verão, é recomendável que se mantenha o mesmo em zonas frescas da sua casa, à sombra ou em áreas com ar condicionado.
  • Quanto à esperança média de vida, o Husky siberiano, em condições normais, pode viver até aos 15 anos, sendo que a média fica precisamente entre os 12 e os 15.

 

Cuidados e bem-estar

  • O Husky siberiano, como qualquer outro cão, tem as suas particularidades, pelo que o seu dono deverá ter alguns cuidados, para que o seu cão esteja sempre saudável, bonito e devidamente alimentado.

 

Alimentação

  • No que concerne à alimentação, o Husky siberiano não necessita de muita comida, especialmente tendo em conta o seu tamanho. Isto acontece porque estes cães têm um metabolismo elevado, o que permite que os alimentos durem bastante tempo.
  • Os antepassados destes cães foram treinados para fazer grandes viagens, puxando um carga pesada e, em simultâneo, com uma pequena quantidade de comida.
  • Naturalmente, isto não significa que não alimente o seu Husky adequadamente, pelo contrário, pois precisam de alimentos, especialmente após terem feito exercício. Assim sendo, é recomendado 1.5 a 2 tigelas de alimentos secos de boa qualidade, dividas em duas refeições diárias.

 

Espaço

  • Devido à natureza destes cães, eles não são recomendados para apartamentos, embora seja possível com treino adequado e plano de exercícios quotidiano. Porém, estes cães são muito ativos, pelo que é recomendado uma casa com um jardim ou quintal com bastante espaço para eles correrem.
  • Além disso, é preciso ter cuidado com as cercas pois, como o cão tem tendência a escavar, ele pode escapar por baixo ou mesmo por cima da cerca, se ela tiver uma altura reduzida.

Exercício

  • Como poderá calcular, o Husky siberiano precisa de bastante exercício físico. Isto pode passar por uma caminhada diária ou por corrida.
  • Em épocas quentes, deve-se moderar um pouco o exercício, uma vez que o Husky sente algumas dificuldades nessas épocas de calor. Normalmente, 30 a 60 minutos de exercício diário é suficiente para esta raça.

 

Higiene

  • O pelo do Husky siberiano cai com intensidade duas vezes por ano e, especialmente nessas alturas, deverá escovar e pentear o seu cão adequadamente.
  • Apesar de serem animais limpos, como gostam de brincar, também se sujam, pelo que pontualmente deverá lavar o seu Husky.
  • Antes do banho, deverá escovar o pelo do cão, pois como largam muito pelo, após o banho fica muitos pelos no ralo do banheiro ou no local onde o lavar, pelo que pode diminuir esse aspeto, se escovar o cão primeiro.

 

Treino

  • O treino é uma parte importante dos cuidados a ter com o Husky e deverá ter especial atenção ao capítulo da obediência.
  • Este cão, apesar de ser bastante inteligente, é também bastante teimoso. Por vezes, pode ser frustrante, mas com paciência e tempo poderá ser recompensador treinar bem o seu Husky siberiano.

 

Embora possa não parecer o típico cão familiar, o Husky siberiano adapta-se bem a essas circunstâncias, pois é sociável e brincalhão. Desde que tenha espaço e tempo para cuidar bem deste cão, ele é uma ótima opção para quem procura um cão para a sua casa.

 

http://www.caonosso.pt/guia-de-racas/racas-de-caes-medios/husky-siberiano

 

Conselhos Úteis Para Adotar um Animal

  • O número de animais vadios em Portugal aumenta de ano para ano, desmoralizando aqueles que diariamente lutam para o bem-estar desses pobres animais e que procuram tornar menos triste o dia-a-dia daqueles que vivem na rua, nos canis ou nas associações à espera que alguém se apaixone por aqueles olhinhos e o decida levar para casa.
  • Para que este desastre tenha, finalmente, um fim, só há um caminho a percorrer: a consciencialização de que os animais não são um objecto que pudemos usar e deitar fora, mas um ser vivo que a partir do momento em que entra nas nossas vidas passa a fazer parte da nossa família e que deve ser respeitado.
  • É importante, por isso, seguir algumas regras quando se entrega ou se adota um animal de estimação,porque um animal que passa, um dia, pelas nossas mãos, deverá ser sempre uma responsabilidade para nós e para todos os seres humanos.

 

Adotar um animal

  1. Adotar um animal deve ser visto não como a concretização de um desejo ou vontade, mas sim como a aceitação de toda e cada uma das responsabilidades inerentes a uma vida que irá depender de nós para quase tudo (ter boas condições de vida, alimentação, carinho, cuidados de higiene e de saúde, entre outros).

 

Alguns aspetos a saber:

1. Informar-se sobre a espécie a adotar

  • A informação sobre as necessidades especificas de cada animal e/ou espécie deve ser recolhida antes da adoção concretizada, possibilitando assim, ao animal, ser recebido em casa com tudo aquilo a que tem direito e que deve estar disponibilizado para a correta adaptação ao novo ambiente.

 

2. Assegurar as condições para acolher o animal de estimação

  • Questões como o espaço e o tempo que temos disponível para dedicar ao animal que vai ser adotado (cada animal, espécie e raça tem as suas necessidades especificas quanto ao espaço e o tempo que lhes deve ser dedicado – por exemplo, um cão de grande porte não pode ser limitado a um apartamento durante 24horas por dia) ou ainda como a nossa disponibilidade financeira para fazer face aos gastos normais (bem como aos gastos inesperados) que temos que ter com os nossos animais de estimação.

 

3. Procurar cuidados veterinários adequados ao nosso animal

  • Ainda antes de termos connosco o nosso animal é importante saber onde podemos e/ou devemos dirigirmo-nos caso seja necessária a intervenção de um veterinário.

 

4. Assegurar o bem estar dos animais durante as férias

  • É importante que o adotante não se esqueça que possuir um animal implica alguns cuidados especiais com as férias.
  • Assim, o adotante deve assegurar que alguém possa tratar dos seus animais enquanto o dono está de férias ou ausente de casa ainda antes de possuir o animal.
  • Lembre-se que pode recorrer a serviços de pet-sitting, a hotéis próprios para animais ou que ainda tem a hipótese de levar o seu bichinho consigo de férias deste que escolha um local onde aceitem animais.

 

Para quem entrega animais para adoção

O ato de entregar um animal a um novo dono não deve ser visto como um alívio, mas antes como o princípio de um processo em que devemos estar atentos ao bem-estar do animal e do dono, preocupando-nos em certificar boas condições de vida para o animal e ajudar o novo dono com todas as suas dúvidas, mostrando-lhe alguns dos caminhos que podem seguir e o que podem fazer para melhorar a qualidade de vida do próprio animal e de tantos outros que estão em igual situação.

 

1. Estudar o possível adotante

  • Antes de entregar um animal para adoção é sempre bom ter uma ou mais conversas com o possível adotante procurando testar alguns pontos cruciais como as condições previstas para o animal viver, disponibilidade para levar o animal ao veterinário (caso necessite), relação humano e o seu animal e todo um conjunto de ideologias que permitem prever se esta será, ou não, uma boa adoção para o nosso protegido.

 

2. Recolher e verificar dados sobre o adotante

  • Saber alguns dados sobre o adotante é sempre importante. Dados como o nome, morada, número de telefone ou telemóvel e ainda uma segunda possível morada são sempre boas formas de verificar as condições dos animais e de manter o contacto pós-adoção.
  • Tentem sempre confirmar estes dados antes da adoção estar concretizada; é sempre mau descobrir que fomos enganados e que agora perdemos o rasto ao nosso protegido.

 

3. Acordar, mutuamente, com um termo de responsabilidade de adoção

  • Este termo, mesmo que sem valor legal, deve comprometer as partes envolvidas a permitir o acompanhamento do animal por parte da entidade responsável pela adoção e que o adotante irá cumprir com todas as responsabilidades inerentes à adoção de um ser vivo.

 

4. Manter o contacto pós-adoção

  • Após a adoção estar concluída devemos estar disponíveis para ajudar caso tenha alguma dúvida ou questão do adotante, bem como este deve estar disposto a permanecer em contacto com o responsável pela adoção permitindo-lhe saber como está o animal de estimação e em que condições está este a viver (aconselho o contacto com uma periodicidade mínima de 6 meses).
  • Também que estas visitas devem ter um carácter mais de “visita ao animal” do que propriamente de fiscalização e que, ao longo do tempo, a periodicidade destas pode e deve tornar-se mais espaçada, para respeitarmos a privacidade dos novos donos do animal.

 

5. Identificar o animal

  • Procurar demonstrar ao novo dono as vantagens de identificar o animal (especialmente no que se refere a cães e gatos), se possível entregar o animal já identificado ou acordar em colocar uma identificação o mais rápido possível.

 

6. Castrar/esterilizar o animal

  • Consciencializar o dono para que um animal não castrado é sempre mais uma responsabilidade a de assegurar que não reproduz e, caso o faça, assegurar que a filiação é entregue a pessoas responsáveis.
  • No caso dos roedores e/ou de animais que tenham uma taxa reprodutiva elevada, convém explicar bem aos donos esse facto e entregar apenas animais do mesmo sexo evitando, assim, o nascimento de ninhadas atrás de ninhadas que depois não têm para onde ir.

 

 

http://www.cm-porto.pt/saude-publica-veterinaria/pretende-adotar-um-animal

 

 

 

Dragões Marinhos Australianos

  • Primos esquivos dos cavalos marinhos, os dragões-marinhos-comuns (Phyllopteryx taeniolatus) habitam as águas costeiras do Sul da Austrália e possuem uma capacidade de camuflagem muito eficaz.
  • Chegam até aos 45 centímetros de comprimento e é o pai quem cuida dos ovos durante cerca de 8 semanas, até aos filhos nascerem ,estes que por sua vez nascem independentes e começam a alimentar-se pouco depois.
  • Os dragões marinhos possuem projeções nos seus corpos que lhes fornece camuflagem junto da flora marinha.
  • Os olhos estão localizados acima do focinho alongado e há uma série de espinhas defensivas ao longo dos lados do corpo.
  • Os dragões-marinhos assemelham-se ao movimento das algas marinha, o que os torna difíceis de encontrar em seus habitats naturais. Com seus movimentos lentos e sua capacidade incrível de se camuflar em meio as algas, conseguem garantir sua sobrevivência. Suas cores brilhantes são reveladas na luz do sol que penetra na água.
  • Ambas as espécies de dragões-marinhos habitam os recifes de corais e as estruturas colonizadas pelas algas marinhas. No ambiente selvagem vivem individualmente ou em pares, sendo vistos mais freqüentemente em águas litorâneas rasas. Alimentam sugando com suas pequenas boca; plankton, peixes e pequenas larvas de crustáceos em geral.
  • Os mais de 700 pontos no padrão dos dragões marinhos tornam possível a existência de milhões de combinações diferentes, pelo que cada indivíduo pode ser identificado pelo seu padrão único.
  • Após controlarem os dragões marinhos durante 18 meses em duas localizações diferentes, os investigadores concluíram que a temperatura das águas tem um forte impacto no desenvolvimento populacional destes animais.
  • Os machos transportam os ovos consigo junto à cauda durante cerca de 8 semanas.
  • os machos agrupam-se para incubarem os ovos juntos, numa zona a que chamou de “creche”. À medida que os ovos se desenvolvem, ficam cobertos por algas, que pode ser mais uma forma de camuflagem.
  • Em águas mais frescas, os dragões marinhos podem chegar até aos 12 anos de idade, mais dois do que os que habitam águas com temperaturas mais elevadas. Em comparação, os cavalos marinhos não ultrapassam os quatro anos de idade.
  • Com um estilo de vida lento, os dragões marinhos são vulneráveis a alterações bruscas, como a morte de vários indivíduos numa determinada área, pois demorariam bastante a recolonizar o espaço.
  • As principais ameaças à espécie são a perda de habitat e a poluição da água. No entanto, ao contrário dos cavalos marinhos, não são utilizados pela Medicina Tradicional Chinesa e também não costumam ser apanhados por engano nas redes pesqueiras.
  • Estes animais de grande beleza são muito sensíveis e estão sujeitos à captura excessiva. Por esta razão são protegidos por lei.
  • O seu estatuto de conservação é quase ameaçado.

 

Dragão-Marinho-Australiano

 

http://www.comidadecorais.com/dragao-marinho/

 

Dragão-marinho (Phycodurus eques)

  • São ligeiramente menores, possuem cerca de 43cm, porém a maioria alcançam uma média de 30cm. Seus apêndices em forma de folha são mais numerosos e ramificados . Os adultos são amarelo-marrom esverdeados, com as faixas escuras, finas e pálidas.

 

 

 

Dragão-marinho comum (Phyllopteryx taeniolatus)

  • Possuem aproximadamente 46 cm de comprimento. Os adultos são geralmente avermelhados com pontos amarelos e barras roxo-azuladas pelo corpo. Os apêndices em forma de folha, ocorrem aos pares ao longo do corpo. Também possuem alguns espinhos curtos ao longo do seu corpo.

 

Cavalo Marinho

Embora seja um animal caricato, o cavalo-marinho é um peixe.

A principal peculiaridade é o formato do seu corpo, que parece ser o resultado de uma fusão de vários animais diferentes: uma cabeça semelhante à de de um cavalo, olhos que se movimentam como os dos camaleões, uma cauda parecida com a de um macaco e uma bolsa parecida com as bolsas marsupiais como a dos cangurus.

Não menos estranho entre os peixes é a forma como se desloca, na vertical, e a reprodução onde é o macho quem “engravida” e fica responsável pela incubação dos ovos.

O cavalo marinho encontra-se espalhado em praticamente todos os oceanos e está particularmente difundido nas águas tropicais pouco profundas (entre 8 a 45 metros de profundidade).

Podem ser vistos com frequência em recifes de coral e em superfícies oceânicas povoadas por algas.

 

 

 

A reprodução do cavalo marinho e o “macho grávido”

 

  • O cavalo marinho, tem essa grande peculiaridade de ter no macho a responsabilidade de transportar e encubar os ovos, até que os filhotes estejam prontos a nascer.
  • Para acasalar, os cavalos marinhos machos deslocam-se para águas costeiras e pouco profundas onde estabelecem o seu território, com cerca de um metro quadrado cada.
  • As fêmeas por sua vez vão-se deslocando de território em território enquanto escolhem o “companheiro ideal” para acasalar.
  • O cavalo marinho era considerado um animal monogâmico, ou seja, formando casais para o resto da vida, no entanto estes casais não duram mais do que uma época de acasalamento, alterando-se os pares na época seguinte.
  • O cuidado das crias, é responsabilidade do macho, que as transporta dentro do seu próprio corpo.
  • O cavalo marinho macho possui uma bolsa de incubação formada por duas pregas de pele, que se estendem ao longo da cauda e que se fecham quando recebem os ovos transferidos pelas fêmeas. Então o macho fecunda os ovos, que começam a desenvolver-se.
  • Ao mesmo tempo o revestimento da bolsa engrossa e enche-se de vasos sanguíneos.
  • À volta dos ovos, vão-se formando pregas e protuberâncias, percorridas por uma rede de capilares, que transportam o oxigénio e os nutrientes necessários para que os embriões se possam desenvolver.
  • Ao cabo de aproximadamente três ou quatro semanas, quando as crias já estão suficientemente desenvolvidas, a bolsa abre-se e o macho dá à luz a sua prole. Depois expulsa o revestimento da bolsa, semelhante a uma placenta.
  • A prole, que pode ter entre apenas 5 (espécies mais pequenas) até 2.500 filhotes por cada gestação, é uma réplica perfeita dos pais, mas em miniatura, com menos de um centímetro de comprimento e um corpo semi-transparente.
  • Estes bebés já nascem independentes e não recebem qualquer cuidado parental.
  • Estima-se que apenas 0,5% dos cavalos marinhos bebés sobrevivam aos predadores até chegar à idade adulta, o que fundamenta a necessidade de nascerem milhares de filhotes de cada vez.

 

 

 

Estado de conservação

 

  • Segundo a IUCN Red List, das 38 espécies de cavalos marinhos que foram avaliadas, uma está em perigo de extinção, 10 são vulneráveis, outra é pouco preocupante e sobre as restantes 26, não foi possível recolher dados suficientes para saber o seu estado de conservação.
  • A falta de dados na maioria das espécies torna urgente um estudo mais aprofundado, até porque o cavalo marinho tem um habitat e um comportamento que o torna vítima fácil das atividades humanas (são apanhados em redes pesqueiras, por exemplo) e alterações ecológicas (como a diminuição dos recifes de coral).
  • Uma das maiores ameaças aos cavalos marinhos é a medicina tradicional chinesa, para a qual são mortos cerca de 20 milhões de cavalos marinhos anualmente. Também são apanhados para enfeitar acessórios e objetos decorativos, tais como jóias, porta-chaves, pisa papéis e entre outros.

 

http://www.suapesquisa.com/mundoanimal/cavalo_marinho.htm

 

 

Alterações Climáticas-Impacto na Vida Selvagem

  1. A evidência cientifica é óbvia. O nosso clima está a mudar rapidamente, quer por razões naturais ou por exploração humana.
  2. As alterações climáticas são já consideradas uma das maiores ameaças a longo prazo que a vida no planeta enfrenta.
  3. O aquecimento global pode provocar 500 mil mortes humanas em igual período, ou o gelo do Ártico já poderá ter derretido por essa altura.
  4. Muitos animais estão a ser afetados pelas alterações nos seus habitats, e alguns estão a mudar o seu comportamento.
  5. Os animais que mais hipóteses têm de sair “vencedores” das mudanças climáticas são as espécies invasoras, sensíveis ao frio, já habituadas a expandir os seus territórios consoante as necessidades.
  6. Um exemplo flagrante são os animais que vivem nas regiões polares, com adaptações físicas e comportamentais específicas para fazer frente ao frio. Além de alterar todo o seu estilo de vida, o Ártico corre o risco de desaparecer por completo, o que virtualmente deixa todos os seus animais sem habitat para viver.

 

 

Os animais mais afetados pelas alterações climáticas

  • Urso-Polar
  • Leopardo-das-neves
  • Baleia-jubarte
  • Golfinho-de-bico-branco
  • Anfíbios
  • Panda-gigante
  • Tigre
  • Borboleta-monarca
  • Vaquita
  • Tartaruga-verde
  • Beluga
  • Rena
  • Morsa
  • Elefante-africano
  • Elefante-asiático
  • Gorila-das-montanhas
  • Chita
  • Orca
  • Pinguim-imperador
  • Corais
  • Macacos
  • Marsupiais
  • Raia-Lenga

 

 

 

 

Urso-polar

Nome científico: Ursus maritimus

Estado na Lista Vermelha (animais mais afetados): Vulnerável

  1. A vulnerabilidade do urso-polar em relação ao aquecimento do planeta é das mais evidentes, o que o torna no animal mais icónico e representativo dos efeitos das alterações climáticas na vida selvagem.
  2. Ao depender quase em exclusivo do gelo ártico, corre o risco de perder o seu habitat caso este continue a derreter como se tem verificado.
  3. Atualmente, os ursos-polares já estão a ser afetados pelas temperaturas anormalmente elevadas da região polar ártica.
  4. Estes animais necessitam de plataformas de gelo para caçar as suas principais presas, as focas
  5. Com o derretimento cada vez mais acelerado destas plataformas, os ursos são menos eficazes nas caçadas e por vezes não conseguem armazenar reservas de gordura suficientes para sobreviver aos períodos em que as fontes de alimentação são menores, no final do Verão e início de Outono.
  6. Além disso, quanto menos gelo os ursos têm, maiores distâncias são obrigados a nadar para chegar de uma plataforma à seguinte, chegando a morrer afogados por exaustão.
  7. Caso o Ártico desapareça, a continuidade da espécie está claramente em causa.

 

Leopardo-das-neves

Nome científico: Panthera uncia
Estado na Lista Vermelha (animais mais afetados): Em perigo

  1. Os picos gelados das regiões montanhosas também são ameaçados pelas variações climáticas.
  2. A espécie dos leopardos-das-neves é pequena, com apenas 4 mil a 7.5 mil animais na natureza, e já se encontra em perigo de extinção.
  3. Ainda assim, sendo um animal altamente especializado em montanha, mas que não está exclusivamente dependente de certas altitudes, temperaturas, ou quantidade de água disponível, é um dos animais que poderá adaptar-se com maior facilidade — se as outras ameaças humanas que o afetam também forem severamente reduzidas.

 

Golfinho-de-bico-branco

Nome científico: Lagenorhynchus albirostris
Estado na Lista Vermelha (animais mais afetados): Pouco preocupante

  1. O golfinho-de-bico-branco tem o seu habitat ameaçado pela subida da temperatura das águas.
  2. O nativo das águas do Atlântico Norte, com um clima subártico – um clima menos gelado que o do próprio Ártico, mas mais frio que o clima temperado – este golfinho não está adaptado a temperaturas mais extremas (quentes ou frias). Além disso, necessita de águas pouco profundas, com um máximo de 1 quilómetro de profundidade.
  3. Com o aumento da temperatura, o golfinho-de-bico-branco pode não ter para onde ir.
  4. Não existem outras zonas por perto com águas pouco profundas, e a sua espécie não pode simplesmente mover-se para águas mais frias a Norte, pois não está adaptada às condições do Ártico.

 

Panda-gigante

Nome científico: Ailuropoda melanoleuca
Estado na Lista Vermelha (animais mais afetados): Vulnerável

  1. A principal vulnerabilidade do simpático panda é a sua alimentação, que depende quase em exclusivo das folhas de bambus.
  2. A sobrevivência do panda está assim dependente dos esforços de conservação que forem feitos em relação à sua fonte de alimentação, uma vez que o animal em si é tolerante em relação a variações de temperatura.

 

Tigre

Nome científico: Panthera tigris
Estado na Lista Vermelha (animais mais afetados): Em perigo

  1. A população de tigres é muito pequena -cerca de 3.200 animais na natureza e o seu habitat no sudeste asiático é dividido.
  2. Por esse motivo, os tigres estão mais suscetíveis a variações no clima e no habitat, uma vez que não têm números (e consequentemente filhotes) suficientes para resistirem a mudanças mais drásticas.
  3. A costa do Bangladeche, onde habita a maior população de tigres-siberianos do mundo, corre o risco de desaparecer ainda este século com a subida do nível da água do mar.
  4. Uma subida de apenas 28 centímetros acima do nível do ano 2000 é capaz de destruir 96% deste habitat.
  5. Apesar do tigre ser um animal com forte capacidade de adaptação, habitando desde as florestas geladas da Rússia até às florestas tropicais da Indonésia, os animais podem não ser capazes de resistir a alterações demasiado bruscas no habitat e no clima.

 

Vaquita

Nome científico: Phocoena sinus
Estado na Lista Vermelha (animais mais afetados): Em perigo crítico

  1. O cetáceo mais pequeno do mundo e também um dos mais raros, vê a sua situação piorar com a mudança do clima.
  2. A vaquita tem apenas um pequeno habitat, no norte do Golfo da Califórnia, no México.
  3. Sendo um habitat que por natureza não pode ser expandido, não permite à vaquita ir em busca de águas mais frias à medida que a temperatura sobe.
  4. É o mamífero marinho mais ameaçado de extinção em todo o mundo (de um total de 129 espécies conhecidas). Em 2016, um novo relatório reportou que existem apenas 60 animais, um declínio de 92% em relação a 1997.
  5. Sem medidas de aplicação muito urgente, é provável que a vaquita seja extinta dentro de 5 anos.

 

Elefante-asiático

Nome científico: Elephas maximus
Estado na Lista Vermelha (animais mais afetados): Em perigo

  1. Tem um habitat mais rico em água do que os seus parentes do continente africano, mas nem por isso deixa de ser afetado pelas alterações do aquecimento global.
  2. Além de partilharem com os seus parentes a sensibilidade a altas temperaturas e as colossais necessidades de água (bebem até 225 litros por dia), as suas plantas favoritas para se alimentar já estão a ser alvo de espécies invasoras, que estão a explorar novos territórios.
  3. al como os parentes, tem facilidade de se adaptar a habitats diferentes, inclusive em diferentes altitudes, o que pode ser uma mais-valia.

 

Gorila-das-montanhas

Nome científico: Gorilla beringei beringei
Estado na Lista Vermelha (animais mais afetados): Em perigo critico

  1. Os gorilas-das-montanhas já sofrem de uma extrema diminuição do seu habitat sem influência de qualquer mudança climática. Mas estas só servirão para agravar a sua situação.
  2. Neste momento, o gorila-das-montanhas está confinado a um território muito pequeno situado na África Central.
  3. Este gorila não pode sequer tentar expandir o seu território uma vez que está cercado por habitações humanas.
  4. O ciclo reprodutivo do gorila-das-montanhas é lento e a sua variabilidade genética pequena.
  5. Doenças transmitidas diretamente por seres-humanos, cujo contágio é acelerado pelas alterações climáticas, adicionam mais problemas à sua sobrevivência.
  6. Como vantagem, não é propriamente um animal esquisito na hora da refeição. Folhas, flores, fruta, caules, raízes ou casca de árvore, cabem todos na sua dieta. Também não necessita de grandes quantidades de água e adapta-se a temperaturas variadas.

 

Chita

Nome científico: Acinonyx jubatus
Estado na Lista Vermelha (animais mais afetados): Vulnerável

  1.  O animal terrestre mais veloz do mundo também está ameaçado de extinção.
  2. Existem apenas 7.100 chitas na natureza e uma das suas populações, a chita-asiática, sofreu a queda mais drástica, restando 50 animais.
  3. Aos moderados números junta-se uma diversidade genética muito baixa entre a espécie, o que tornará mais difícil qualquer adaptação a novos climas.

 

Corais

Classe: Anthozoa

  1. Os corais são bastante afetados pela subida da temperatura nos oceanos, que provocam um fenómeno chamado branqueamento dos corais.
  2. Para entender o que é o branqueamento, é necessário compreender o estilo de vida dos corais. Como não se movimentam, os corais formam relações simbióticas com outras espécies marinhas.
  3. As cores exuberantes que estamos habituados a ver nos documentários da vida animal são resultado de uma destas simbioses, com uma alga do género Symbiodinium (já que o coral em si é apenas branco).
  4. A alga aloja-se nos poros do coral, onde obtém proteção e produtos gerados pelo metabolismo do coral. Em troca, dá-lhe a energia excedente da sua atividade de fotossíntese, bem como compostos orgânicos nutritivos, que o alimentam.
  5. Quando a temperatura da água sobe, o coral deixa de conseguir fornecer à alga os compostos necessários para que esta faça a fotossíntese.
  6. Como consequência, a alga produz menos energia para o coral e o processo continua como uma espiral descendente, que culmina com o coral perder o controlo desta relação simbiótica e a expulsar todas as algas, daí ficar branco.

 

https://www.publico.pt/2017/03/28/ciencia/noticia/os-corais-estao-a-morrer-um-pouco-por-todo-o-lado-e-a-culpa-e-nossa-1766705

 

Os quatro pilares de um habitat saudável

  1. Temperaturas adequadas;
  2. Água doce;
  3. Fontes de alimento;
  4. Território para criar os filhotes.

 

 

http://observador.pt/2016/10/31/o-documentario-sobre-alteracoes-climaticas-de-leonardo-dicaprio-chegou-a-internet/

As Principais Doenças nos Gatos

É importante conhecer as principais doenças que podem afetar os nossos pequenos felinos.

Peritonite Infeciosa Felina (PIF)

  • É um vírus que contamina o abdómen, o fígado,  os rins, o cérebro e o sistema nervoso, criando nessas zonas abcessos e infeções.
  • A transmissão pode ocorrer de duas formas: através do contacto do gato saudável com as fezes de um felino contaminado (por exemplo, se existem vários gatos a partilhar a mesma caixa de areia/W.C.) ou através da amamentação, em que a gata infeta as suas crias.
  •  Perda de apetite, emagrecimento, anemia, diarreia, febre constante, abdómen distendido, gânglios linfáticos aumentados são alguns dos sintomas.

Vírus da Imunodeficiência Felina (FIV)

  • Afetando exclusivamente os gatos, o FIV é um vírus que diminui drasticamente as capacidades imunitárias, o que proporciona o fácil aparecimento de infeções e outras doenças.
  • É transmitido por um gato infetado, nomeadamente na transmissão de sangue, sendo este género de contacto extremamente frequente durante as lutas de gatos onde as mordidelas provocam feridas abertas.
  • Podem viver durante muitos anos, antes de se descobrir que são FIV positivos mas, se os sintomas, como a falta de apetite, emagrecimento, febre, diarreia ou dificuldades respiratórias insistirem, é melhor fazer o teste.
  • Uma vez transmitido, o vírus aloja-se no corpo para sempre no corpo do seu animal.
  • Não existe cura, mas podem viver uma vida normal e longa, desde que o dono lhe proporcione uma alimentação saudável e equilibrada, complementada com suplementos vitamínicos, lhe assegure a vacinação sempre em dia.

 

Rim Policístico (PKD)

  •  É caraterizada pelo surgimento de cistos no rim, causando disfunção renal.
  • A formação dos cistos ocorre ainda no período gestacional, porém estes aumentam de tamanho com o passar do tempo.
  • Alguns dos sintomas clínicos da doença são: depressão, perda ou redução do apetite, sede demasiada e perda de peso.
  • Os problemas começam com o crescimento dos cistos, que causam disfunção renal, levando, finalmente, à falência renal.

 

Vírus da Leucose Felina (FeLV)

  • Tal como o FIV, também o FeLV é imunodepressivo, retirando ao sistema imunitário, de forma gradual, a capacidade de se defender contra as doenças ou infeções mais vulgares, podendo essas ser, muitas vezes, fatais para o seu animal.
  • Para além de um maior risco na contração de várias infeções, o FeLV está também associado ao desenvolvimento de tumores ou leucemias mortais.
  • Este vírus, que só pode ser transmitido entre gatos, transmite-se pela saliva, lágrimas, urina, fezes ou através do leite, na fase da amamentação.
  • A descoberta do vírus do FeLV é normalmente antecedida por sintomas como: perda ou falta de apetite, anemia, diarreia, doença respiratória ou crónica, infeções crónicas da boca, abcessos persistentes e apelantes.
  • Não existindo ainda qualquer cura, dependemos dos cuidados paliativos e de alguns cuidados básicos como a boa alimentação e alguns suplementos vitamínicos, evitar o contacto físico com outros animais, não partilhar comedouros, bebedouros, brinquedos e caixas de areia/w.c. e manter-nos dentro de casa.
  • Entretanto, existe uma vacina contra o FeLV que o seu gato pode e deve levar. Informe-se junto do  seu Veterinário para obter mais informações.

 

Coriza

  • Existem duas viroses responsáveis por sintomas idênticos, associados a patologia do sistema respiratório.
  • A infecção por calicivírus ou por herpesvírus pode provocar lesões irreversíveis na mucosa respiratória com uma desidratação generalizada intensa, podendo levar à morte do seu animal de estimação.
  • Os gatos infectados já na idade adulta tornam-se portadores crónicos deste vírus.

 

Panleucopénia

  • É uma doença viral provocada por um parvovírus que origina uma leucopénia muito importante (diminuição do número de glóbulos brancos), bem como uma diarreia aguda.
  • Pode levar à morte dos seus animais e, na fêmea que esta com a gestação pode provocar malformações irreversíveis nos fetos.

 

Leucose

  • Esta doença, provocada por um retrovírus, pode estar relacionada com uma situação de anemia, aparecimento de tumores ou leucemia.

 

Raiva

  • A doença é provocada por um rabdovírus e transmitida por mordidelas. A vacinação anti-rábica dos gatos, em Portugal, não é uma medida sanitária obrigatória.

 

Clamidiose

  • Esta doença provocada por uma bactéria é caraterizada por conjuntivites severas e por vezes alterações pulmonares profundas.

 

Toxoplasmose

  • O risco de transmissão do gato ao homem é nulo.

 

Rinotraqueíte Viral – Gripe de gato

  • É uma das principais doenças que atingem o sistema respiratório dos felinos.
  • A doença é de fácil transmissão, basta um contato direto com o Herpesvírus e pode chegar a ser fatal caso o animal não receba o tratamento adequado.
  • Quanto mais novo o gato é atingido pela rinotraqueíte viral, piores serão os sintomas apresentados por ele.
  • Dentre os principais sinais estão corise nasal e ocular, febre, falta de apetite, inatividade e depressão.

http://mais.uol.com.br/view/fm5hke5o3x3s/gatos–as-principais-doencas-que-os-acometem-04024E993772E4994326?types=A&

 

 

Personalidades diferentes para quem gosta de cães ou gatos

Sabia que ter preferência por cão ou gato pode indicar a sua personalidade? É o que diz uma pesquisa feita com 4.500 pessoas, no Texas. Elas responderam a um questionário dividido em cinco áreas: simpatia, extroversão, facilidade de adaptação, consciência e neurose.

Um estudo realizado por investigadores norte-americanos demonstrou que as pessoas com cães têm caraterísticas de personalidade muito diferentes das que têm gatos.

Os donos de gatos têm tendência a ser mais criativos, aventureiros e ansiosos. Já os donos de cães costumam ser mais extrovertidos, seguros e não gostam de arriscar a sua própria vida ou de quem seja a outra pessoa.

Cerca de 60% dos inquiridos referiu preferir cães, sendo que apenas 11% garantiram serem amantes de gatos. Os restantes escolheram, ambos ou nenhum. Ficou provado que existem mais preconceitos contra gatos do que cães.

O estudo diz que, assim, é possível provar que as pessoas escolhem o seu animal de estimação consoante a sua própria personalidade. Assim, na hora de escolher um animal de estimação de quatro patas, a personalidade do dono deve ser analisada de modo a que a relação entre humano e animal seja a mais proveitosa possível.

“Os cientistas da Universidade de Berkeley e na California State University inquiriram mais mil donos de cães e gatos e chegaram a outra conclusão: os donos que expressam maior afecto para com os cães ou gatos são os mais neuróticos.”

“As pessoas que apresentam níveis elevados de neurose associados ao afecto e uma ligação ‘obsessiva’  são os donos mais afectuosos e dependentes dos seus animais”, explica Mike Delgado, o principal investigador.”

E, aparentemente, isso é bom para os animais porque estes donos estão mais atentos às necessidades do seu cão ou do seu gato, percebem se eles estão doentes ou se têm fome.

A personalidade dos gatos é ímpar e diferente da personalidade dos cães: na relação humano-gato, o gato considera-se o líder, ao contrário do cão que considera o humano como o líder.

 

PERSONALIDADE NO GATO

  • Os gatos, tal como acontece nos seres humanos, aparentam ter personalidade diferente. É algo que podemos comprovar se tivermos algum em casa, pois sabemos que existem gatos mais tímidos e solitários, outros mais nervosos ou muito sociáveis e até mesmo alguns mais agressivos com outros gatos que vivam na mesma casa.
  • Aparentemente existem também espécimes mais dominantes, que outros, ainda que esta caraterística não esteja ainda muito estudada nos gatos. Além disso, muitos especialistas não reconhecem a relação dominante submisso entre eles, tal como sucede entre o cão e o Homem.
  • Supostamente, estas diferenças de personalidade do gato devem-se a várias situações. Entre elas, estão a interação com a mãe, a personalidade do  ” pai” o macho, bem como a socialização e as experiências iniciais com o ser humano tem. Assim, e tal como em outras espécies de animais, a ligação da gata com os gatinhos bebés durante as primeiras semanas de vida é essencial para vida e o seu futuro. Na verdade, uma separação da sua “mãe” fêmea, pode fazer com que o gatinho seja tenha dificuldades em controlar a sua forma de brincar, por exemplo.

 

Personalidade no cão

  • Os atributos caninos estão presentes tanto nos animais de raça como nos sem raça definida (rafeiros).
  • os comportamentos de cada um têm uma base biológica mas dependem, sobretudo, da qualidade dos laços criados (afeto e regras) ao longo da sua vida.

 

http://videos.sapo.pt/pHKuORWvJ6NabetjFtuN

http://www.tvi.iol.pt/vocenatv/videos/o-amor-incondicional-pelos-animais/559f99e20cf2e5cf6d48f268

 

Dinossauros

A história dos dinossauros é tão magnífica quanto impressionante. Foram um grupo de animais pré-históricos que povoaram a Terra durante a era Mesozóica e deles fazem parte os maiores animais de todos os tempos.

Apareceram durante o período Triássico, há cerca de231milhões de anos e foram extintos no final do período Cretáceo, há 66 milhões de anos. Foram os animais terrestres dominantes durante 165 milhões de anos e deixaram um registo fóssil extraordinário que nos permite saber um pouco sobre eles, como viveram e como morreram.

O nome dinossauro significa “lagarto terrível”, embora os dinossauros não fossem lagartos mas sim um grupo distinto de répteis, bastante diferente dos répteis atuais.

Os primeiros fósseis encontrados pareciam apresentar algum tipo de animal monstruoso e a imagem que temos dos dinossauros é a de animais gigantes, ferozes e majestosos . Contudo, nem todos os dinossauros eram grandes ou carnívoros, a maioria dos dinossauros que existiram eram animais herbívoros possivelmente tão pacatos como uma girafa ou um elefante.

Existiram dinossauros de diversas formas, tamanhos e caraterísticas, tal como acontece com a grande diversidade de animais que existem hoje em dia.

Apesar da extinção dos dinossauros, um pequeno grupo evoluído a partir dos dinossauros terópodes sobreviveu e continuou a sua linhagem até aos nossos dias que são as aves.

 

Tipos de Dinossauros

  • Terópodes (herrerasauro; eodromaeus; eoraptor; coelophysis; alossauro; megalossauro; ceratossauro; tiranossauro; therizinossauro.
  • Saurópodes (saturnalia; plateossauro; superssauro; argentinossauro; amphicoelias.
  • Ceratopsídeos (yinlong; triceratops; centrossauro.
  • Ornitópodes (hadrossauro; shantungossauro; iguanodon.
  • Estegossauros (dacentrurus; miragaia; wuerhossauro.
  • Anquilossauros (scelidossauro; anquilossauro; edmontonia; euoplocephalus.
  • Paquicefalossauros (ferganocephale; paquicefalossauro; stegoceras; stygimoloch; dracorex.

 

 

 

 

Modo de Vida dos Dinossauros

  1. Os dinossauros não eram todos iguais. Variavam em forma, hábitos alimentares, vida, necessidades, tamanho ou até mesmo o seu peso.
  2. A maioria dos dinossauros herbívoros eram animais pesados, apertados, alguns deles lentos, com metabolismo também lento, a maioria pacífica e que vivia em manada.
  3. Sendo eles presas, muitos desenvolveram caraterísticas morfológicas específicas de defesa. Algumas destas são, por exemplo, os esporões, as placas nas costas, cristas, cornos, carapaças.
  4. Todas estas técnicas eram modos de sobreviver ou evitar serem atacados com sucesso por dinossauros predadores, protegendo os seus pontos vitais mais sensíveis.
  5. Mas nem todos os dinossauros herbívoros cumpriam estes requisitos, sendo que alguns deles arriscaram
    antes na leveza e velocidade para poderem escapar.
  6. Normalmente os dinossauros mais ágeis eram também pequenos, o que lhes permitia abrigarem-se para fugir.
  7. Os maiores herbívoros eram mesmo os saurópodes, que mediam entre 6 a 45 metros de comprimento, de pescoço longo e cauda comprida e estreita como um chicote.
  8. Os dinossauros carnívoros eram animais relativamente ágeis, adaptados para a caça em altas velocidades.
  9. A sua boca era a sua arma mais terrível, com dentes numerosos, afiados, curvados para dentro, de modo a fazer gancho para não largar a presa e cónicos para rasgar carne.
  10. Alguns destes dinossauros, como os velociraptores, desenvolveram uma unha que funcionava como gancho que segurava a presa, do modo a não fugir, sendo que também a usava para estripa-lá.
  11. No caso dos dinossauros predadores, as suas dimensões eram, normalmente, medianas, mas nunca tão grandes como as dos seus predadores.
  12. O maior dinossauro carnívoro conhecido foi o espinossauro, com medidas entre os 13 e os 18 metros de comprimento e entre 7 a 20 toneladas de peso.

 

http://www.publico.pt/dinossauros

 

Evolução dos Primeiros Animais Pré-Históricos

Ao longo de milhões e milhões de anos, o nosso mundo foi habitado por criaturas bizarras, gigantescas e magníficas.

O estudo e o entendimento destes animais vai muito além da curiosidade natural, pois neles residem as nossas origens evolutivas. Foram nestes períodos pré-históricos que se formaram algumas das estruturas básicas da vida, que ainda hoje são utilizadas inclusive por nós seres humanos.

O que nós sabemos sobre estes animais

  • Apesar de terem chegado até nós milhares de fósseis, são uma percentagem mínima de tudo o que já viveu sobre a Terra. Praticamente 99,9% dos organismos, após morrerem, são decompostos e reduzidos a nada. Dos restantes 0,1% também são poucos os que fossilizam.
  • O animal morra no “sítio certo” – apenas 15% das rochas preservam fósseis
  • Os processos naturais do nosso planeta não os destruam (erupções vulcânicas por exemplo);
  • É comum pensar-se que, antigamente, a Terra era habitada por uma muito maior variedade de animais do que hoje.

Existe várias situações que os seres humanos desconhecem, mas estes animais existiram antigamente.

 

Existe uma lista de animais pré-históricos, que se extinguiram antes do aparecimento do Homem moderno. Estão também incluídos animais contemporâneos ao homem primitivo. Para os animais que se extinguiram em tempos mais recentes, deixo uma pequena lista de animais extintos.

Antecessores dos animais

O primeiro animal da face da Terra. Evoluiu a partir dos Choanozoários.

  • Urbilaterian – o primeiro animal de simetria bilateral da face da Terra.
  • Filo Choanozoa –  Grupo em que se encontra todo o Reino Metazoa. Em algumas classificações, os Choanozoários podem estar  dentro do Reino Animal, sendo por essa razão, os únicos animais unicelulares.
  •  Choanoflagellatea– Este grupo é irmão do Reino Metazoa. Grupo em que também se encontram todo o Reino Metazoa.
  •  Proterospongia – é do interesse dos cientistas no estudo dos mecanismos de comunicação e adesão celular como ancestral dos animais.
  • Reino Metazoa – O Reino Animal.

 

Lista de Filos Fósseis 

  • Filo Archaeocyatha – Às vezes pode ter pertencentes ao Filo Porifera, atualmente são classificados como um filo à parte.
  • Filo Conulariida– Ordem de cnidários schyphozoários às vezes pode ser como um filo à parte. Também são conhecidos como Conulata.
  • Filo Conodonta – Classe de peixes agnatha primitivos.
  • Filo Chancelloriidae – Diferentes formas com escleritos
  • Filo Vendozoa – Possivelmente nem animais sejam. Para alguns biólogos, O Filo Vendozoa não pertence mais ao Reino Animal, e sim a um reino à parte: o Reino Reino Vendobionta, que também incluiria o filo Petalonamae, onde se encontra a ordem Rangeomorpha.
  • Filo Lobopodia – Filo de possíveis artrópodes ou animais relacionados com esse filo. Inclui os famosos Anomalocaris e Opabínia. Também inclui todos os Onychophora e os Tardigrada.
  • Filo Vetulicolia – Talvez podem estar relacionados com o surgimento dos primeiros peixes vertebrados agnatha.
  • Filo Hyolitha – Filo dos antepassados dos moluscos. Possivelmente podem ser uma classe de moluscos.
  • Filo Trilobozoa – Um filo Eumetazoa Incertae Sedis
  • Filo Proarticulata – Pertencentes ao grupo Bilateria.
  • Filo Petalonamae – Proposto filo do Reino Vendobionta para englobar a ordem Rangeomorpha.

 

É apenas uma observação mas é uma grande curiosidade para quem gosta de saber sobre estes animais.

  1. O Termo “fauna ediacarana” pode também incluir os filos Petalonamae, Trilobozoa e Proarticulata.

 

 

 

 

A Influência dos Animais na Saúde dos Donos

Os cães e lobos foram primeiramente domesticados no longínquo ano de 12000 A.C. para caçar e proteger o homem. Hoje em dia a maioria destes animais são mantido para companhia e são considerados importantes membros da família. Em 1995 um estudo da American Animal Hospital Association descobriu o seguinte:

• 68% das pessoas que possuem animais viajam com eles;

• 62% consideram os seus animais como filhos;

• 62% assinam cartões e cartas deles mesmos e dos seus animais de estimação;

• 33% falam com o seu animal de estimação ao telefone ou através do atendedor de
chamadas quando estão ausentes;

• 57% escolheriam os seus animais de estimação como única companhia se estivessem
numa ilha deserta.

Há várias dezenas de anos que cientistas estudam a ligação entre o ser humano e o animal, mais precisamente a influência positiva que os animais têm na saúde humana. Quer seja numa criança, um adulto, um idoso ou uma pessoa doente, a verdade é que para além de serem uma excelente e brilhante companhia, os animais de estimação fazem bem à saúde, sendo verdadeiros prestadores de cuidados.

Algumas situações que podem influenciar:

  1. Os animais melhoram o nosso estado de humor;
  2. Os animais são recomendados às pessoas que sofrem de depressão;
  3. Os animais fazem bem ao coração;
  4. Os animais ajudam a manter uma pressão arterial equilibrada;
  5. Os animais afugentam as alergias e a asma;
  6. Os animais incentivam os seus donos a mexerem-se;
  7. Os animais promovem a socialização;
  8. Os animais fazem bem aos doentes com Alzheimer e Parkinson;
  9. Os animais são terapêuticos;
  10. Os animais têm um sexto sentido.

http://cuidamos.com/artigos/animais-fazem-bem-saude

 

Desde então que existe um crescente interesse no meio científico no estudo do vínculo existente entre os seres humanos e animais, devido em grande parte ao elevado número de pessoas com animais de estimação.

  • Só nos Estados Unidos da América existem mais de 68 milhões de cães e 75 milhões de gatos.
  • Espanha e Alemanha ambos têm 5,5 milhões de animais
  • França: 7,2 milhões de animais
  • Grã Bretanha: 8.5 milhões de animais
  • Rússia: 12,5 milhões de animais

 

 

Os donos dos animais de estimação consideram-nos membros da família e consideram a relação que se estabelece entre eles como uma relação dinâmica que beneficia ambos, dependendo de comportamentos cruciais, quer para o bem-estar, quer para a própria saúde, e que inclui interações ao nível físico, emocional e psicológico não basta ser o é necessário passear, brincar, conviver, tratar, acarinhar e entre outros aspetos relevantes.

A relação entre os donos e o seu animal de estimação estabelece a dádiva da sua agradável companhia, e, como em todas as relações, os benefícios só existem se houver afeto e um enorme amor entre ambos. As emoções dos animais são cruas, sem filtro e sem controlo. A sua alegria é a mais pura e a mais contagiosa de todas e o seu sofrimento o mais profundo e devastador.

Formamos relações próximas com os nossos animais de estimação, não só devido às nossas próprias necessidades emocionais, mas também devido ao reconhecimento das necessidades dos animais.

Tanto ser humano como o animal partilham uma ligação duradoura que vai muito além do simples treino.

A maioria enfatiza os atributos integrantes ou interiores dos animais, que os utiliza para promover alterações na auto-estima e comportamento das pessoas.

 

 

Como eliminar pulgas nos cães e nos gatos

  • Neste artigo vou falar um pouco sobre o que são as pulgas e como eliminar as pulgas nos cães e nos gatos.

As pulgas são um dos maiores pesadelos que assustam os donos dos cães e gatos.

Normalmente as pulgas aparecem nos meses mais quentes, como por exemplo, no Verão, conseguem infestar rapidamente um animal e a casa inteira onde ele habita. Não é por acaso que a pulga é apenas o parasita externo mais comum que existe em cães e nos gatos.

Muitas pessoas com animais de estimação não sabem como eliminar as pulgas de forma segura,eficaz e o mais rápido possível. Existe uma grande variedade de produtos destinados a eliminar pulgas, mas só funcionam quando bem escolhidos tendo em conta o tipo de animal, o tipo de ambiente e as diferentes etapas da infestação. Uma má escolha do produto pode inclusive colocar em risco a saúde do seu animal de estimação, pelo que não deve descuidar este assunto que é muito importante.

Infelizmente não existem formas mais rápidas ou soluções instantâneas, mas quanto melhor o dono conhecer e saber como funcionas as pulgasmelhor as conseguirá eliminar e prevenir que reapareçam novamente.

 

O que são pulgas?

As pulgas são insetos que gostam de temperaturas quentes, humidade e que se alimentam do sangue de animais com sangue quente, especialmente cães, gatos, coelhos ou até mesmo os seres humanos, mas existe mais animais.

Apesar de aparecer sempre de maneiras diferentes e de várias formas, existe mais de duas mil espécies de pulgas no mundo inteiro.

Uma das principais caraterísticas das pulgas é a sua enorme capacidade de salto: conseguem catapultar-se até cerca de 200 vezes o seu próprio tamanho. Quando encontra uma pulga e a pessoa tenta apanhar, o salto é a sua arma de defesa para escapar.

Uma pulga pode viver até um ano ou mais em determinadas condições. No caso das fêmeas, podem pôr mais de dois mil ovos durante a sua vida toda.

 

 

http://www.bbc.com/portuguese/multimedia/2011/02/110210_videopulgaebc.shtml

 

Como se transmitem e propagam?

As pulgas transmitem-se através do contacto com animais infetados ou em ambientes onde elas estejam presentes.

Por vezes basta passear com o seu cão ou gato num jardim onde tenha passado anteriormente outro animal com pulgas, para as poder trazer para casa. Uma vez que as pulgas estão em casa, basta uma pulga fêmea colocar ovos para dar início à infestação na sua casa.

  • Ovos caem do pêlo do seu animal e ficam acomodados em frestas de soalho, carpetes, na cama do seu animal,etc.
  • Larvas vão-se alimentando da matéria orgânica que encontram pelo chão, principalmente no pó. Estas larvas evoluem para um casulo, onde aguardam condições mais favoráveis para aparecer. Estas larvas evoluem para um casulo, onde aguardam condições favoráveis para eclodir. Basta pressentirem um ligeiro aumento da temperatura, ou a respiração (dióxido de carbono) de um animal de estimação , para eclodirem em pulgas adultas. A casa é um dos passos mais importantes para as eliminar e manter limpa a sua casa.

 

Quais os perigos das pulgas para a saúde?

  •  Podem mesmo causar doenças e transmitir parasitas internos.
  • A saliva que a pulga injeta para melhor sugar o sangue, pode provocar irritação, eczemas e outras doenças cutâneas, como a Dermatite Alérgica à Picada da Pulga.
  • Se o número de pulgas for elevado, o seu animal pode ficar anémico (enfraquecido) devido à quantidade de sangue perdida;
  • As pulgas podem transmitir parasitas internos como é o caso do verme intestinal Dipylidium caninum, que além de infetar o intestino dos cães e dos gatos, também é transmitido a seres humanos, em especial nas crianças.
  • O constante desassossego do animal, em stress com a comichão contínua, pode levar o seu animal a comer menos, tornar-se deprimido e até mesmo agressivo, dependendo da sua personalidade.

 

Como eliminar as pulgas?

  • Um dos erros mais comuns ao tentar eliminar as pulgas, é só desparasitarem os seus animais de estimação.

Em casa

  1. Aspire tudo o que for possível: chão, carpetes, móveis, tapetes, almofadas, sofás, etc.
  2. Tenha especial atenção em zonas mais húmidas e que não estejam muito expostas à luz do Sol.
  3. Quando terminar de aspirar, coloque o saco do aspirador dentro de outro saco (para evitar fuga de algumas pulgas).
  4. Lavar toda a roupa em que o animal tenha estado em contacto e mesmo a cama do próprio dono.

 

Nos animais

  1. A desparasitação nos seus animais deve começar após ter feito a primeira aspiração e limpeza em sua casa. Todos os cães e gatos em casa devem ser tratados e principalmente dar um pequeno banho.
  2. Ter atenção que alguns antipulgas para cães, como o Advantix e o Pulvex, são altamente tóxicos para os gatos. Os gatos são particularmente sensíveis a certas substâncias e facilmente intoxicáveis.
  3. Certifique-se que o produto que vai utilizar é de uso veterinário e indicado para o animal que pretende desparasitar.
  4. Caso seja necessário consultar sempre o seu veterinário.

 

http://odonocuida.pt/saiba-como-matar-pulgas/

 

 

Os melhores produtos antipulgas para cães e gatos

  • Advantage (cães e gatos)
  • Frontline (cães e gatos)
  • Program (cães e gatos)
  • Advantix (cães)
  • Pulvex ( cães)
  • Scalibor ( cães)

 

 

 

 

 

 

As Principais Doenças nos Cães

Existem várias doenças que afetam particularmente os cães. Como seres humanos responsáveis pela sua saúde e pelo seu bem-estar, convém estarmos sempre a par destes problemas de saúde nos nossos animais e atentos aos seus sintomas e alterações de comportamento, bem como às principais medidas de prevenção. Melhor do que curar uma doença, é nunca chegar a tê-la. E infelizmente há doenças sem cura para estes adoráveis cães.

Neste post, irei fazer uma breve apresentação das doenças mais comuns nos cães, para que conheça melhor cada doença existente, o que as causam, os seus sintomas, os seus tratamentos e a indispensável prevenção para o animal.

Antes de mais, deve consultar sempre o seu veterinário, caso note que o seu cão apresenta algum sintoma fora do comum, bem como para esclarecer qualquer dúvida/questão acerca da saúde do seu animal de estimação.

A deteção precoce de determinadas doenças pode ser fundamental para um tratamento eficaz e rápido. Além disso, várias doenças podem ser prevenidas através da vacinação adequada, pelo que o acompanhamento regular com o veterinário é indispensável para manter o seu animal com boa saúde e saudável.

De seguida vou apresentar algumas doenças existentes nos cães, tais como:

  • Leishmaniose mais conhecida como calazar
  • Cinomose / Esgana
  • Sarna
  • Sarna sarcóptica ou escabiose
  • Sarna otodécica
  • Sarna demodécica
  • Leptospirose
  • Giardíase
  • Cistite
  • Obesidade
  • Otite
  • Parvovirose
  • Displasia da anca
  • Raiva
  • Coronavirose
  • Dermatofitose
  • Berne
  • Dirofilariose
  • Insuficiência renal
  • Tosse dos canis mais conhecida como traqueobronquite infeciosa canina
  • Hepatite infeciosa canina
  • Babesiose / Piroplasmose
  • Doença de Lyme mais conhecida como borreliose

 

De seguida irei fazer uma breve explicação de algumas doenças que podem atingir os cães.

 

Raiva

  • A raiva é uma das doenças mais conhecidas e temidas pelas pessoas, que atinge não apenas os cães como todos os mamíferos, particularmente raposas, furões, coiotes, guaxinins, morcegos, doninhas e seres humanos.
  • Apesar de ser uma doença erradicada em vários países, é incurável e tem um prognóstico demasiado grave, que na maioria dos casos se revela fatal. Aliás, é a doença com a mais elevada taxa de mortalidade nos cães.
  • A raiva é uma doença provocada por um vírus da família Rhabdoviridae, que atinge o sistema nervoso. O principal método de transmissão é através da saliva, pelo que um animal pode ser infetado através de uma mordedura, arranhão ou até mesmo uma lambidela.
  • A prevenção da raiva é feita através do programa de vacinação, tanto nos animais como em seres humanos.

 

Insuficiência renal

  • A insuficiência renal é uma doença relativamente comum tanto em cães como em gatos, sobretudo numa idade mais avançada ou associada a outras doenças (infeções, doenças auto-imunes, cancro, entre outros aspetos).
  • Essencialmente, os rins deixam de funcionar da melhor maneira. Os sintomas mais comuns são o aumento do consumo de água, o aumento ou diminuição da urina, presença de sangue na urina, perda de peso, diminuição do apetite, vómitos ou diarreia.
  • O tratamento da doença renal depende desta ser uma situação aguda (aparece de repente) ou crónica (desenvolve-se lentamente e torna-se irreversível).
  • Os animais com doença renal devem ser alimentados com rações especialmente formuladas para essa doença.O veterinário indicará a ração mais apropriada consoante a situação em questão.

Hepatite infecciosa canina

  • A hepatite infecciosa canina (HIC), também conhecida como hepatite viral canina ou doença de Rubarth, é uma doença vírica provocada pelo Adenovírus canino tipo 1.
  • É uma doença altamente contagiosa, uma vez que o vírus se aloja em todos os tecidos e é eliminado em todo o tipo de secreções. Assim, pode ser transmitido quer pelo contato direto, como pelo contacto com secreções ou objetos utilizados por outros animais infetados.
  • Os sintomas desta doença podem ser muito variados.
  • O vírus atinge principalmente os rins, fígado, baço e pulmões dos cães, mas pode prejudicar inclusive o sistema nervoso central.
  • Podem surgir vómitos, febre, diarreia, apatia, icterícia (mucosas amareladas) falta de apetite e muita sede. Também podem surgir hemorragias. Caso afete o sistema nervoso, podem ainda surgir complicações como depressão, desorientação ou convulsões.
  • Tratando-se de uma doença vírica (relativo a vírus), a hepatite infeciosa canina não tem cura específica.
  • A prevenção desta doença é feita através da vacinação, que se revela bastante eficaz. Deve-se evitar o contacto com outros animais que apresentem algum tipo de sintoma para evitar o contágio.

 

 

http://www.cmjornal.pt/mundo/detalhe/cao-ajuda-menino-com-doenca-rara

http://videos.sapo.pt/VbJqOVlVcaAZaIykSQbq

 

 

 

Animais em vias de extinção

Os nossos ecossistemas estão cada vez mais frágeis e neste momento são as principais vitimas das ações e atitudes do Homem e se isto continuar assim, daqui a menos de um século poderemos ser os únicos seres vivos a habitar a Terra. Será que é este é o nosso objetivo? A única atitude que devemos ter é mudar esta situação. Neste momento estamos a contribuir para a extinção do mundo animal. Esta na hora de mudar e obter novas e mais medidas preventivas em prol do ambiente.

O mundo animal está a entrar em ruptura. Alguns animais esforçam-se para se adaptar ao inadaptável, alguns animais lutam para sobreviver numa realidade a que não pertencem e o futuro não se augura nada brilhante. Temos que dar a volta a esta situação. Existe cada vez mais esta situação.

Tudo na vida tem um princípio, um meio e um fim. Infelizmente é mesmo assim o mundo. Mas, na minha opinião é muito egoísmo da nossa parte, enquanto seres racionais, contribuirmos para a extinção dos nossos animais. Os animais não têm culpa das nossas opções e, muito menos, das nossas ambições que queremos atingir, por isso está na altura de ajudar a colocar um travão nesta situação menos agradável.

Uma espécie ameaçada é uma espécie cujas populações estão a diminuir gradualmente, ao longo dos anos, colocando-a em risco de desaparecer a sua espécie. Em muitos países têm legislação que protege estas espécies de animais, proibindo a caça e protegendo os seus habitats naturais. Neste caso o problema é que a legislação não é suficiente para evitar que um número crescente de espécies deixe de existir/desaparecer.

Não existe um consenso sobre os critérios de inclusão de uma espécie na lista de animais em risco de via de extinção. A maioria dos especialistas em questões relacionadas com o meio ambiente defendem que a preservação de espécies ameaçadas é incompatível com a exploração económica do ambiente em que vivem ou se situam, que deveria ser preservado/protegido como um santuário ecológico intocável.

Isto sim, é verdade em alguns casos extremos, mas não em todas as situações. O número de propostas para que aconteça uma gestão económica sustentável dos habitats naturais de cada espécie, combinando a agricultura com preservação da flora e da fauna são uma preocupação constante para os ambientalistas neste momento.

Mais de 90% das espécies que até hoje existiram desapareceram ao longo dos tempos geológicos.

Na atualidade, quando os meios naturais são degradados e destruídos em todas as zonas do mundo, suponha-se que existe uma espécie por dia a desaparecer.

Alguns biólogos ainda o consideram mais elevado, admitindo que, em meados do século XXI, na nossa atualidade a extinção possa atingir a quarta parte de todas as espécies.

Atendendo à sua escala e ao tempo necessário, este processo de extinção representará um desastre maior que qualquer outra extinção ocorrida desde o começo da vida

Neste momento temos alguns animais em risco de via de extinção, tais como:

  • Bufo Real
  • Coruja-Das-Torres
  • Elefante Africano
  • Golfinho
  • Koala
  • Leopardo das Neves
  • Lince Ibérico
  • Lobo Ibérico
  • Onça Pintada
  • Panda Gigante
  • Tubarão Branco
  • Rinocerontes da Malásia
  • Cachalote
  • Cegonha –Preta
  • Águia-Imperial Ibérica
  • Salamandra Lusitânica
  • Tartaruga-Marinha-Comum
  • Foca Monge
  • Saramugo

http://videos.sapo.pt/MZtPvAoEMZs9rQhw8mUq

Vida animal

Os animais são seres vivos, ou seja, são exatamente como os seres humanos. Nascem, crescem, morrem e possuem capacidade de reprodução.

Cada espécie possui as suas próprias caraterísticas, como cor, tamanho, tipo de alimentação, ambiente em que vive, entre outros aspetos relevantes.
Os animais também apresentam diversas formas de locomoção, podendo andar, nadar, saltar, voar, rastejar ou, simplesmente, não se deslocam.

No tamanho do animal nem todos são iguais e nesse aspeto varia muito a sua estrutura animal. Os animais podem ser considerados de porte pequeno, como as pulgas e mosquitos; porte médio, como por exemplo os sapos,  e tamanduás; e de porte grande, como os elefantes e as baleias.

A quantidade de patas dos animais também é variável de acordo com o grupo ao qual podem pertencer.

Alguns deles não possuem patas, como as serpentes; outros possuem duas patas, como as aves e morcegos; existindo também os que possuem quatro patas ( girafas, cães, gatos,etc ). Outros animais podem ter seis patas, como por exemplo os insetos; também existe animais que podem ter oito patas, ( aranhas, caranguejos ), ou mesmo inúmeras patas, tal como as centopeias.

A cobertura ou revestimento dos animais, também sofre bastantes alterações. Muitos peixes têm corpo coberto por escamas, assim como os répteis. Já nos anfíbios, estas estruturas são ausentes. As aves têm o corpo coberto por penas, e mamíferos são cobertos por pelos. Quanto aos invertebrados, isso varia muito, mais vale destacar o corpo coberto por carapaça externa, típico do grupo dos artrópodes (caranguejos, aranhas, centopeias, borboletas, etc.); e a presença de conchas, em muitos animais do grupo dos moluscos (mexilhão, ostra, caracol, náutilo, entre outros animais).

A alimentação dos animais é outro aspeto variável, classificando-se como carnívoros, os animais que se alimentam de carne de outros animais (leão, jacaré e piranha); herbívoros, aqueles animais que só comem vegetais, inteiros ou partes deles (girafa, boi e coelho); onívoros, são aqueles que se alimentam de fonte vegetal e animal ( porco, galinha, macaco, cachorro, etc.); e por fim, os detritívoros, são os animais que a sua alimentação vem da matéria morta ( urubus, abutres e as hienas ).

Algumas espécies podem possuir coluna vertebral e por esse motivo são chamadas de animais vertebrados. Estes animais são divididos em cinco grupos: mamíferos, aves, répteis, anfíbios e peixes.

No entanto, há vertebrados sem vértebras, que é o caso das lampreias e feiticeiras: espécies de peixes. Assim, na verdade, o que todos os vertebrados têm em comum é a presença de crânio.

Os animais que não possuem coluna vertebral nem crânio, são caraterizados, como animais invertebrados.

Também temos a categoria dos animais exóticos. Muitas pessoas questionam-se sobre o que são animais exóticos, pois não compreendem a que animais se refere este termo.

Antes de se adquirir um animal exótico, é fundamental pesquisar os cuidados a ter. Cada espécie tem caraterísticas próprias e condições específicas de alimentação e habitat.

Antes de se tomar a decisão de adquirir um animal exótico é fundamental pesquisar os cuidados a ter com esse animal em concreto. Cada espécie tem características próprias e condições específicas de alimentação, temperatura e humidade ambientais e de habitat. Não se pode esperar que uma iguana, que é um animal tropical, e um dragão barbudo, que é desértico, tenham as mesmas necessidades, apesar de serem ambos lagartos.

https://www.rtp.pt/play/p553/vida-animal

Contactos de Associações/ Centros de veterinários e hospitais

  • Neste artigo irei colocar alguns contactos de associações de animais,centros de veterinários e hospitais veterinários.

Ao longo do tempo este artigo vai ser sempre atualizado e irei colocar sempre novos contactos e novas informações.

  • Se for possível adotem sempre um animal. É a melhor companhia que podemos ter.
  • Um animal silvestre ou errante que seja atropelado, agredido ou que adoeça, agoniza na rua ou é enviado para canis, onde os recursos são muito reduzidos. Muitos destes animais morrem quando, com a assistência adequada, poderiam sobreviver.
  • Um animal que viva numa família com dificuldades económicas, num país onde não estão disponíveis cuidados médico-veterinários sociais, está mais exposto a situações de abandono ou de negligência, por falta de capacidade financeira.
  • E pelos mesmos motivos, as esterilizações e castrações, que poderiam permitir gerir a população animal, e respetiva qualidade de vida, representam atualmente em número muito reduzido.

 

http://www1.icbas.up.pt/clinicavet/

https://centroveterinariosaolourenco.jimdo.com/

http://www.adopta-me.org/

https://www.sosanimal.com/adote/

http://www.custojusto.pt/portugal/animais

https://www.olx.pt/animais/animais-para-adopcao/

https://www.animalife.com.pt/home?p=home

http://www.cm-porto.pt/adoptar-animal/cat/cao

http://www.bianca.pt/index.php?option=com_content&view=category&id=47

http://www.uniaozoofila.org/

https://www.associacaomidas.org/adopcoes/para-adopcao/

https://www.purina.pt/cao/ter-um-novo-cao/encontrar-o-cao-certo-para-mim/adotar-um-cao

https://www.animaisderua.org/page.php?ctx=2,0,100

http://www.associacaocaoviver.org/

http://www.planetaanimal.pt/adocao

http://www.lpda.pt/foruns/forum/animais-para-adopcao/

http://www.abra.org.pt/

http://www.ocantinhodamilu.com/

http://www.cm-alcochete.pt/pages/560

http://www.cm-amadora.pt/veterinario-municipal/608-adocao-de-animais.html

https://instinto1.wixsite.com/associacaoinstinto

http://uppa.pt/

http://www.pravi.org/individuo_menu_nucleo.php?nucleo=Faro&urgencia&estado

https://pt-pt.facebook.com/centro.lourenco

http://www.vetmaisvida.com/

http://hvatlantico.pt/apresentacao/equipa/

http://clinicasveterinarias.pt/centro-veterinario-vale-do-minho/

http://www.sosanimal.com/fazer/hospital-solidario-veterinario/

http://amigospicudos.webnode.pt/

http://apdaavv.blogspot.pt/

 

Uma nova cria no reino animal

A gravidez é uma das etapas mais bonitas para as mulheres, e para as fêmeas do reino animal também não é exceção. O período de gestação é diferente em cada espécie animal.

Por exemplo:

  • O tempo de gestação dos leopardos dura aproximadamente três meses, pode variar entre 90 dias a 105 dias. É o animal terrestre mais rápido do mundo. As fêmeas normalmente dão à luz ninhadas de três filhos e vivem com eles durante um período que oscila entre um ano e meio e dois anos. Estes animais encontra-se em perigo de extinção no mundo animal.

 

  • O gorila é o primata mais parecido com os seres humanos, de facto, o tempo de gestação das gorilas é muito parecido ao das mulheres, vai de oito meses a nove meses, e as suas crias vivem com as suas mães até aos três ou quatro anos de idade.O seu período de gestação é um dos mais longos do reino animal, já que dura quase dois anos de vida. Dos animais terrestres, é o período de gestação mais longo com vinte e dois meses. São animais extremamente inteligentes e quando as suas crias nascem pesam maias ou menos 120 kg. A amamentação, também é um período longo, já que a própria mãe amamenta os seus pequenos filhos durante três ou quatro anos. Por acaso é uma curiosidade bastante interessante e curiosa.

 

  • A cabra tem um tempo de gestação de aproximadamente cinco meses. A sua época para ter filhos é desde setembro a novembro, dependendo do clima em questão.Quando as cabras estão prenhas (grávidas), é preciso que as cabras sejam bem cuidadas, nunca pode faltar água e alimentação, isto acontece antes e depois de ter o seu filho, o seu cabrito. O parto pode ser um pouco doloroso e cansativo, nestes casos as cabras precisam de ajuda para facilitar o seu trabalho de parto.. É uma das espécies mais adoráveis quando são filhos bebés.

 

  • O macaco é uma espécie que vive principalmente no continente Asiático. O seu período de gestação vai dos 166 dias aos 185 dias. Normalmente, em cada parto nasce somente um filho. A mãe alimenta a sua cria até ter seis a doze meses de idade.

 

  • As marmotas são roedores que têm um tempo de gestação de 32 dias. Elas vivem em família com o seu companheiro e as suas crias em tocas que elas próprias constroem para habitar.

 

  • Os suricatos habitam principalmente no extremo sul do continente Africano. O seu período de gestação é de apenas 70 dias. É apenas uma curiosidade, mas o nascimento da própria cria é feito sob a terra, nas suas tocas.

 

  • É o animal terrestre mais rápido do mundo e tem um tempo de gestação de três meses. As fêmeas normalmente dão à luz ninhadas de três filhotes e vivem com eles durante um período que oscila entre um ano e meio e dois anos. Eles se encontram em perigo de extinção.

 

  • Os coiotes acasalam-se durante a vida toda e o período de gestação das fêmeas é de nove semanas e podem ter de dois a nove coiotezinhos.Os pais e, em certas ocasiões, os membros mais jovens da manada que ainda não abandonaram o seu abrigo paterno, ajudam a alimentar os seus filhos e irmãos.

 

  • O tempo de gestação de uma égua varia entre 10 e 12 meses e só dão à luz um filho. Raramente têm gémeos, mas acontece casos sobretudo com as éguas mais velhas. Os potros nascem com pernas longas e já têm 90% do tamanho que alcançarão na fase adulta.

 

http://www.megacurioso.com.br/dia-das-maes/43121-10-pais-do-reino-animal-que-sao-verdadeiras-maes.htm